A Seleção Brasileira foi derrotada pela França por 2 a 1, nesta quinta-feira (26), em Boston, nos EUA, em amistoso válido pela Data FIFA. Os gols franceses foram marcados por Kylian Mbappé e Hugo Ekitiké, enquanto Bremer descontou para o Brasil.
Mais do que o resultado, o que chama atenção é a atuação apagada de Vinícius Júnior. Principal nome do ataque brasileiro na atualidade, o camisa 10 pouco participou, não conseguiu vencer duelos individuais e esteve distante de ser o desequilíbrio esperado em um confronto de alto nível.
A derrota escancara pontos de atenção para Ancelotti, especialmente a dependência de um Vinícius Jr inspirado — algo que não aconteceu. Em um confronto direto contra uma das favoritas à Copa do Mundo, o Brasil mostrou evolução em momentos do jogo, mas ainda carece de consistência e poder de decisão.
Como aconteceu Brasil x França
O 1º tempo teve domínio territorial da França, que controlou a posse e explorou transições rápidas, principalmente pelo lado direito da defesa brasileira. Com Ousmane Dembélé e Mbappé acelerando o jogo, os franceses encontraram espaços e abriram o placar com naturalidade.
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Na volta do intervalo, o Brasil mostrou outra postura. Com linhas mais altas e pressão na saída de bola, a equipe cresceu no jogo. Luiz Henrique obrigou Mike Maignan a trabalhar, enquanto Martinelli também levou perigo.
O cenário parecia ideal após a expulsão de Upamecano, aos 9 minutos, quando o Brasil passou a ter superioridade numérica e controle das ações. No entanto, faltou efetividade — e sobrou talento do outro lado.
Mesmo com um a mais, Brasil não conseguiu furar bloqueio francês no 2º tempo

Bremer (à esquerda) é cumprimentado por Matheus Cunha após diminuir o placar para o Brasil – Foto: Michael Owens/Getty Images
Mesmo com um a menos, a França foi letal. Aos 19 minutos, em contra-ataque rápido, Michael Olise encontrou espaço pelo meio e serviu Ekitiké, que finalizou com precisão para ampliar.
O Brasil ainda reagiu em bola parada. Aos 33, Bremer apareceu como elemento surpresa na área para diminuir o placar após cruzamento de Luiz Henrique. Foi o retrato de uma equipe que, sem criatividade pelo chão, apostou no jogo aéreo.






