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Seleção Brasileira

Brasil x Panamá pode ter até 22 substituições e abre espaço para testes de Ancelotti

Amistoso no Maracanã terá regra especial que amplia as possibilidades de testes para Carlo Ancelotti.

Ancelotti vai buscar seu primeiro título por seleções
© Rafael Ribeiro/CBFAncelotti vai buscar seu primeiro título por seleções

Depois de o Brasil todo ter criado expectativas em relação à presença de Neymar na Seleção Brasileira, o camisa 10 sofreu uma lesão muscular na panturrilha e está fora dos amistosos preparatórios da CBF.

Além de não jogar contra o Egito, em jogo marcado para o próximo dia 6, em solo americano, o astro do Santos também não atuará hoje (31), no Maracanã, diante da modesta seleção do Panamá. Inclusive, o jogo poderá contar com muitos testes de Ancelotti.

Afinal, após a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Federação Panamenha de Futebol (Fepafut), o duelo de logo mais vai permitir que as duas seleções façam até 11 alterações cada, ou seja, os técnicos podem trocar todo mundo.

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Seleção Brasileira deve ter base titular e reservas atuando contra o Panamá

De acordo com os últimos treinos da Seleção, a tendência é que seja mantida a base dos últimos amistosos. Porém, sem poder contar com Marquinhos e Gabriel Magalhães por conta da final da Champions League, a Seleção deve atuar com:

Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Raphinha e Vinicius Júnior. A tendência é que o time todo de reservas ganhe minutos, com exceção dos goleiros.

Maracanã recebe despedida do Brasil e relembra cinco títulos da Seleção — Foto Photo by Clive RoseGetty Images

Maracanã recebe despedida do Brasil e relembra cinco títulos da Seleção. Foto: Clive RoseGetty Images

Vale a pena lembrar que, ainda sem Gabriel Martinelli, as opções de Ancelotti no banco de reservas são: Éderson, Weverton, Ibañez, Danilo, Douglas Santos, Fabinho, Danilo, Lucas Paquetá, Endrick, Igor Thiago e Rayan.

Seleção mira encerrar maior jejum da história sem título

Para finalizar, desde que levantou seu primeiro troféu, em 1958, o jejum atual é o maior que a Seleção Brasileira já enfrentou (24 anos). Aliás, o intervalo é o mesmo entre 1970 e 1994, quando o Brasil bateu a Itália e conquistou o tetracampeonato, também nos EUA.

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