A Seleção Brasileira enfrentará o Equador, nesta quinta-feira, às 18h (de Brasília), em Quito, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Embora já esteja classificado para o Mundial no Catar, o Brasil quer manter a campanha de muito domínio e invencibilidade, que deixa a Amarelinha com ampla vantagem na liderança, tendo feito 35 pontos após 13 jogos – seis a mais que a vice-líder Argentina.
Diante do adversário da vez, o técnico Tite deve repetir a linha de ataque utilizada na última rodada das Eliminatórias, com o trio formado por Raphinha, Vinícius Jr. e Matheus Cunha. Os três também vivem um momento de crescimento em seus respectivos clubes, o que permite dizer que estão com números interessantes e chamativos também pelos times que defendem.
Se contabilizarmos todos os gols marcados pelos três atacantes nas ligas nacionais, nesta temporada, chegamos a um total de 24 bolas na rede. Raphinha, que defende o Leeds United, tem oito gols marcados em 19 partidas nesta edição do Campeonato Inglês.
Na Espanha, Vinícius Jr. tem sido uma das maiores sensações da temporada, e já balançou as redes 12 vezes em 21 jogos pelo Real Madrid em La Liga; já Matheus Cunha, que tem sido titular mais vezes a partir de dezembro no Atlético de Madrid, tem quatro gols em 17 jogos (apenas três começou jogando) pela equipe Colchonera nesta edição do Campeonato Espanhol.
SELEÇÃO DEFINIDA! �� Tite escalou assim os onze da #SeleçãoBrasileira para encarar @LaTri!
�������� | #BRAxEQU #Eliminatórias pic.twitter.com/UGGZylRBet
— CBF Futebol (@CBF_Futebol) January 27, 2022
O número do trio, somado, é bastante chamativo, e supera a quantidade que qualquer atacantes, entre as cinco maiores ligas da Europa (Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha e França), marcou sozinho. Até o momento, o polonês Robert Lewandowski lidera o quesito, com 23 bolas na rede.
Coletivamente, também é um número interessante. Para se ter uma ideia, o trio ofensivo da seleção francesa, geralmente composto por Griezmann, Mbappé e Benzema, tem 30 gols somados nesta edição das ligas nacionais – apenas seis a mais que o trio brasileiro.




