O São Paulo recuou da hipótese de um acordo amigável com Robert Arboleda. Prefere esperar a volta do jogador ao Brasil para decidir o que fazer, o que, na prática, é apenas adiar uma definição que já poderia ter sido tomada, porém, o Clube age com estratégia para encerrar o vínculo, por conta de uma série de fatores que visam diminuir danos.
A saída em comum acordo chegou a ser ventilada, embalada por contatos de pessoas próximas ao zagueiro. Mas, dentro do Clube, o entusiasmo durou pouco: a ideia encontrou resistência e perdeu força nos bastidores.
A leitura interna é pragmática: liberar Arboleda sem compensação seria, na prática, abrir mão de um ativo relevante e entregá-lo ao mercado a custo zero.
Arboleda merece perdão e ser reintegrado ao São Paulo?
Arboleda merece perdão e ser reintegrado ao São Paulo?
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Presença de Arboleda é indispensável para a resolução
O UOL apurou que o São Paulo Futebol Clube só pretende definir o destino do camisa 5 — seja pela reintegração, seja por algum modelo de rescisão — quando o atleta voltar do Equador. Até lá, a decisão segue em suspenso, como se a espera fosse, por si só, uma estratégia.
Como bem apontou recente apuração do jornalista Alexsander Vieira, do Bolavip Brasil, o Tricolor tampouco vê como trivial uma rescisão unilateral, com eventual cobrança de multa a Arboleda ou a um futuro interessado. Nos bastidores, prevalece a cautela: trata-se de um caminho que pode desembocar em disputa jurídica — e, pior, sem qualquer garantia de desfecho favorável.

Arboleda em ação pelo São Paulo – Foto: Hedeson Alves/AGIF
Sem ver terreno firme em nenhuma das alternativas, a diretoria do São Paulo Futebol Clube opta pelo compasso de espera até a reapresentação de Robert Arboleda. Até lá, o caso segue nas mãos do jurídico, que acompanha o cenário, mais como vigia do impasse do que como agente de solução imediata.
Diretoria ficou revoltada com postura de Arboleda
Depois do sumiço e do ultimato dado pelo Tricolor,Arboleda voltou à cena e avisou que pretende retornar ao Brasil para tratar do assunto cara a cara, numa tentativa de destravar o impasse. Nos bastidores, a postura do zagueiro ampliou o desgaste. Dirigentes tratam a conduta como grave, sobretudo à luz de um histórico que já inclui atrasos e episódios fora de campo que o clube, mais de uma vez, precisou administrar.






