Com Calleri ainda cotado para enfrentar o Red Bull Bragantino neste sábado (29) pelo Campeonato Brasileiro, Dorival Júnior adota cautela no São Paulo. O treinador já trabalha opções no elenco para suprir um eventual desfalque do centroavante.
A decisão final sobre a escalação de Calleri sai nesta sexta-feira (28). Para não comprometer o atacante na maratona de jogos que o Tricolor tem pela frente, a tendência no Morumbi é preservar o camisa 9 e evitar qualquer precipitação.
A presença no banco é uma alternativa real para Calleri, ainda que ele receba liberação médica. A estratégia visa poupar o atacante para a maratona tricolor, que inclui o confronto direto contra o Atlético-MG e o decisivo mata-mata contra o Boca Juniors pela Copa Sul-Americana. Vale ressaltar, que as informações são do Uol Esporte.
Sem o camisa 9, o comandante são-paulino estuda três nomes para manter o esquema com um homem de área no ataque: Gustavo Santana, André Silva e Ryan Francisco aparecem como os substitutos imediatos.
Jovens na mira de Dorival
Substituto imediato de Calleri após a lesão contra a Chapecoense no último domingo, Gustavo Santana, de 20 anos, vive bom momento nos treinos e surge como a troca mais natural. Já André Silva traz mais experiência ao setor, tendo assumido a titularidade durante a ausência do argentino na temporada passada. No entanto, o atacante vive um jejum de mais de um ano sem marcar e tenta recuperar o ritmo após se reabilitar de uma lesão ligamentar no joelho.
Correndo por fora na disputa, Ryan Francisco ainda busca recuperar espaço no elenco profissional. De volta aos gramados nesta temporada, a promessa tricolor vem ganhando rodagem na equipe sub-20 após passar por cirurgia no ano passado. Usá-lo contra o Bragantino representaria uma escolha de maior risco por parte de Dorival Júnior.
Alternativa tática para suprir ausência de Calleri
Além de trocar peças no ataque, Dorival Júnior estuda reformular a estrutura tática são-paulina. A ideia seria adiantar Luciano para a função de centroavante e reforçar o sistema defensivo com três zagueiros. O ajuste responde aos problemas recentes da defesa, vulnerável pelo alto e em alerta após ter a sequência de gols sofridos na etapa final interrompida por uma derrota para a Chapecoense construída ainda no primeiro tempo.
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