O Flamengo vem diminuindo e cortando gastos desde o começo da pandemia de Covid-19, para que pudesse continuar com certas atividades. Porém os custos de mercado estão alcançando o time, e fica cada dia mais difícil para a equipe se manter, segundo a UOL Esportes.
O maior lucro do Mengão é o futebol, mas o departamento precisou renegociar parcelas com os jogadores, reajustar a folha salarial de todos os funcionários e fazer corte de pessoal.
Ainda assim, a conta aperta a cada dia de pandemia que se passa, e os efeitos no futebol do Flamengo são preocupantes. A falta de partidas deixa o time sem a receita da bilheteria, e causa desinteresse nos sócios-torcedores.
��⚽️ “Se eu tô no campo
Pra zaga do trampo
Meu nome é de santo
Meto gol de qualquer canto” ���� @gabigol #CRF pic.twitter.com/adbroMz4yY— Flamengo (@Flamengo) March 18, 2021
O Rubro-Negro perdeu mais ou menos 60 mil associados desde o começo da pandemia. O clube contava com um faturamento de R$ 115 milhões, incentivados pelos títulos da Libertadores e do Brasileirão.
Porém o time arrecadou somente R$ 81 milhões de receita líquida no penúltimo trimestre de 2020. Além disso, o time está com dificuldade de conseguir patrocínios. Ele está com espaços vagos nas costas, na meia, na manga e no calção.
O time também não pode usar o Maracanã. Com a pandemia ainda arrasando o mundo, as expectativas dos diretores do clube foram destruídas. E enquanto não tiver renda, o time não poderá chamar novos jogadores. A negociação de Rafinha, por exemplo, foi paralisada.





