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Futebol brasileiro

Leila Pereira, do Palmeiras, quer abandonar Conmebol e se filiar à Concacaf

Mandatária palmeirense saiu em defesa de mudança drástica

Leila Pereira pediu fair play financeiro no futebol brasileiro e, indiretamente, alfinetou o Corinthians às vésperas da final do Paulistão
© Ettore ChiereguiniLeila Pereira pediu fair play financeiro no futebol brasileiro e, indiretamente, alfinetou o Corinthians às vésperas da final do Paulistão

Luighi, do Palmeiras, foi alvo de racismo na Libertadores sub-20

O Brasil se comoveu com a história do garoto Luighi, do time sub-20 do Palmeiras. Em mais um episódio de racismo, o atacante foi alvo de preconceito racial na Libertadores sub-20, contra o Cerro Porteño-PAR.

A presidente palmeirense, Leila Pereira, subiu o tom contra a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). A mandatária, em entrevista antes de Palmeiras x São Paulo, falou sobre o caso.

Nós temos que tomar medidas firmes com relação à Conmebol, porque não é possível. O Brasil representando 60% da receita da Conmebol e os clubes brasileiros sendo tratados dessa forma”, esbravejou.

Leila Pereira quer que a CBF se filie à Concacaf

Leila chegou a sugerir uma medida drástica: para ela, uma possibilidade no horizonte seria a de que a CBF pediria a desfiliação da entidade e passasse a competir com a Concacaf, que comanda o futebol das Américas do Norte e Central.

“Eu vou lançar até uma ideia: já que a Conmebol não consegue coibir esse tipo de crime, por que não pensar em nós nos filiarmos à Concacaf? Eu acho que só assim vão respeitar o futebol brasileiro”, sugeriu.

Luighi, do Palmeiras – Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Luighi, do Palmeiras – Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Reunião com Ednaldo Rodrigues pode ter assunto entrando em pauta

A presidente do Palmeiras, que possui grande influência no cenário de dirigentes do futebol brasileiro, declarou que vai colocar o assunto em pauta em uma reunião a ser realizada na sede da CBF.

“Eu vou até conversar com os clubes brasileiros e com o presidente Ednaldo. Já que não somos respeitados aqui pelo órgão que controla o futebol da América do Sul, por que não irmos para Concacaf? Com certeza, financeiramente, para todos os clubes brasileiros, seria muito melhor”, concluiu.

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