O Santos foienvolvidoem uma polêmica após a primeira partida da semifinal da Copa Libertadores da América de 2020. Logo depois do empate em 0x0 com o Boca Juniors, em Buenos Aires, na Argentina, o Peixe confirmou que John e Wagner Leonardo testaram positivo para a Covid-19 entre os jogadores do elenco,situação gerou suspeita no país vizinho.
Diante do resultado dos exames, se especulou na Argentina que o Santos teria o conhecimento e autorizado a participação dos atletas na partida – enquanto o goleiro foi titular, o zagueiro não saiu do banco de reservas. O técnico Cuca foi questionado sobre o tema após a vitória diante do São Paulo e abriu o jogo.
“Eu não vi eles falarem, ouço burburinhos. Não é verdade que sabíamos dos meninos contaminados. Todos jogaram com teste na mão. Vigilância sanitária da Argentina fez os testes antes de voltarmos e deu que os dois estavam com Covid. Podem ter pego na viagem, na própria Argentina. Vieram em avião sanitário, fretamos e pagamos“, destacou.

Outro fato que chamou atenção foi a permanência do Santos no gramado da Bombonera após o primeiro tempo,o que também foi explicado pelo comandante. “Falaram porque ficamos no intervalo no campo. O que tem a ver? Vestiário é longe, fiz diversas vezes na minha carreira. O que tem a ver com a Covid? Isso não existe“, relatou Cuca, que vê uma tentativa de pressão dos argentinos.
Bom dia, É QUARTA-FEIRA!!!����
— É O SANTOS (@1912SFC97) January 11, 2021
Ainda na coletiva, o técnico lembrou o próprio drama com o novo Coronavírus, como também em sua família. “Estamos calejados, tenho 35 anos de futebol e sei que isso é tirar foco do pênalti que não foi dado e jogar numa pressão que de repente possam querer usar no futuro em bastidores. Temos tudo certo, jamais faria qualquer falcatrua. Eu tive Covid, fiquei quatro dias na UTI e perdi meu sogro pela Covid. Jamais tiraria proveito disso. Jamais“, completou.





