Nesta quinta-feira(4), o STJD negou o pedido do Vasco para a anulação da diante do Internacional pelo Campeonato Brasileiro de 2020. A negativa do órgão confirma o rebaixamento do clube. Entretanto, o Gigante da Colina já se posicionou de maneira oficial e declarou por nota que vai continuar na empreitada em tentar impugnar a polêmica partida. O time da Cruz de Malta irá recorrer da decisão.

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A linha argumentativa da nota é enfática ao apontar que os áudios da cabine do VAR mostram que foi abortada qualquer análise do lance do primeiro gol do time gaúcho. O Vasco alega que tal desistência em apurar a polêmica jogada, ocorreu após a empresa responsável pelo VAR afirmar que a pane foi sanada em poucos minutos após o problema.
“As gravações do VAR daquela partida, disponibilizadas pela CBF, mostram que os operadores da tecnologia desistiram de aguardar a resolução do problema que dificultou o uso da linha de impedimento, muito embora a empresa tenha afirmado que o problema foi solucionado em poucos minutos”, comunica a nota feita pelo clube.
A nota também declara que o Vasco foi ‘disparado’ o clube mais prejudicado no Brasileirão. O clube apontou o número de vezes que as decisões causaram dano ao Gigante da Colina. “Foram 18 intervenções contrárias. A diretoria não desistirá de lutar para fazer valer os direitos do Clube”, concluiu o documento.
A empreitada em anular a partida não é o único caminho de reinvindicação do clube. Se mesmo ao recorrer, a anulação não prosperar, o presidente do Gigante da Colina, Jorge Salgado acionou o jurídico para preparar uma ação cível contra a CBF e Hawk-Eye, empresa que opera o VAR no Brasileiro, pleiteando reparação de R$ 100 milhões. O valor pedido é baseado no valor que o Vasco calculou com o prejuízo causado pelo rebaixamento.









