Para 2020, o Internacional decidiu apostar em um treinador estrangeiro e Eduardo Coudet foi o escolhido para mudar a filosofia de jogo colorada. O começo do argentino foi bastante empolgante e o time já atuava completamente diferente se comparado com a temporada passada. A transição rápida da defesa para o ataque se tornou a principal característica do time.

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Antes da paralisação dos campeonatos, a direção do Inter pensava em alguns reforços pontuais para fortalecer ainda mais o elenco. No entanto, com a pandemia do novo Coronavírus, a situação mudou e contratações ficaram em segundo plano.. Em entrevista ao portal Globoesporte.com, o diretor de futebol Colorado, Rodrigo Caetano, afirmou que contratações só serão realizadas em caso de reposições, com o clube pagando apenas os salários.
“Se por um lado precisamos gerar receitas extraordinárias, e isso estava previsto lá atrás no orçamento, é óbvio que parte delas seria para reinvestimento. Hoje, esse reinvestimento não vai existir. Reforço só chegaria mesmo para reposição. Teriam que ser situações de empréstimo, somente pelo salário, jogador livre”, afirmou Caetano.
Em meio à crise financeira agravada pela pandemia, o dirigente explica que o cenário não é o ideal para realizar grandes investimentos, mas destacou que pode abrir alguma exceção se tiver uma boa oportunidade de negócio. Vendas também estão no pacote, principalmente de bons ativos do clube como o zagueiro Bruno Fuchs, monitorado por vários clubes da Europa.
“O nosso elenco já era montado em janeiro para suportar todas as competições. Ir ao mercado para buscar uma alternativa, a chance é praticamente zero. Somente uma excelente oportunidade.Precisa vender um, talvez até mais. Tudo vai depender de como vai ser essa negociação. Claro que precisa. Os números estão aí. Vocês acompanham as dificuldades, os movimentos feitos pelo clube atingiram a todos. Mesmo com a retomada do futebol, pelas receitas ordinárias já contratadas, é um caminho sem volta”, finalizou Caetano.









