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Irritado, presidente do Napoli sobe o tom e crava valor máximo que pagará ao Grêmio por Everton; Romildo Bolzan comanda ação nos bastidores

O presidente do clube italiano subiu o tom e definiu o preço final para contratar Cebolinha; no sul, Romildo Bolzan age nos bastidores

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A novela envolvendo a possível venda de Everton para o futebol europeu ganhou mais um capítulo neste sábado (23). De acordo com informação do jornal Gazzeta dello Sport, o Napoli, da Itália, ficou muito irritado com o vazamento da informação de que teria interesse em fechar a compra de Cebolinha na próxima janela de transferências.

O periódico informou que o clube italiano visava conduzir as negociações de forma discreta, para evitar uma concorrência maior, que pode acabar inflacionando o preço. Nas últimas semanas, o Grêmio autorizou o Napoli a conversas com Everton e, segundo o pai do jogador, após apresentar um projeto, o clube realizaria uma proposta oficial.

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Para evitar entrar em um 'leilão' pelo atacante, o Napoli teria elevado um pouco o valor que vinha sendo comentado recentemente, mas agora não pretende mais subir a oferta. Segundo o Gazzeta dello Sport, o presidente da equipe europeia, Aurelio De Laurentiis, subiu o tom e estabeleceu  27 milhões de euros (R$ 162,83 milhões) como a última proposta.

Em Porto Alegre, o presidente Romildo Bolzan Júnior afirma que ainda não chegaram ao Grêmio ofertas para venda de Everton. Caso a proposta seja no valor fixado pelo Napoli, dificilmente será aceita. O Tricolor Gaúcho tem 50% dos direitos econômicos de Cebolinha e ficaria com 13,5 milhões de euros (R$ 81,41 milhões). O mandatário, por outro lado, visa receber cerca de 20 milhões de euros (R$ 120,61 milhões).

O jornalista Jorge Nicola, dos canais ESPN, revelou que a venda só seria concretizada, desta forma, se o Napoli subir a proposta para € 40 milhões, ou se alguma parte abrisse mão de sua participação nos direitos. O empresário Gilmar Veloz tem 30%, enquanto o Fortaleza e o empresário Celso Rigo dividem o restante, com 10% para cada.

A solução vista como mais fácil nos bastidores seria convencer o mecenas, que tem ajudado o clube em negociações. Além disso, o Fortaleza e o ex-agente do jogador também teriam que repassar parte dos direitos para o negócio ser concluído.

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