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Bahia

Guto analisa postura do Bahia diante do rival e expõe necessidade vital para o Tricolor: “é visível que não tem”

Guto detalhou aspectos positivos, mas apontou que ainda há muita margem para evoluir

Foto: Fernando Moreno/AGIF
Foto: Fernando Moreno/AGIF

Nesta quarta-feira (2), o Bahia empatouem 1 a 1 com o Vitória, em partida disputada no Barradão, pela 4ª rodada do Campeonato Baiano. Após o clássico, o técnico Guto Ferreira concedeu entrevista coletiva e ao analisar o que faltou para o Esquadrão ter uma maior assertividade, foi direto ao ponto: a falta de um meia de ligação.

“Quanto à questão do meia de criação, é visível que o Bahia não tem ainda e está à procura”, cravou o treinador. Na sequência, Guto detalhou o que procurou fazer para que o Tricolor tivesse um melhor desempenho diante do rival: “Chegamos até, criamos chances, mas não tanto do jeito que eu queria. E a parte defensiva também não estava se impondo da maneira que a gente queria. Então a gente optou por uma mudança. O Raí fez várias vezes essa função. E ele não chega a ser um meia, chega a ser um segundo atacante. Aí vira um 4-4-2”, explicou.

Entretanto, nem tudo foi motivo de preocupação e reclamações por parte do técnico, que gostou da postura do Bahia diante em comparação ao rival. Para Guto, o Bahia foi melhor: “Nós fizemos pelo menos três chances reais a mais de gols que eles. Bola na trave. Se a gente faz o gol com Marco Antônio o jogo poderia ter sido outro”, declarou Guto, citando uma chance clara de gol desperdiçada pelo meio-campista.

Guto expôs olhares que enxergaram o Bahia melhor que o rival em campo, porém, detalhou que ainda há um longo caminho em busca da evolução da equipe:

“Temos que evoluir em várias coisas. Primeiro, temos que achar a melhor equipe. Se a gente não rodar, não vai conseguir achar. Segundo, temos um calendário bastante difícil, onde a gente praticamente não vai treinar. Os jogos vão servir como treinamento, fazendo de uma maneira que a gente não lesione ninguém. Com a melhoria da parte física, vamos conseguir executar muitas questões táticas que a gente não tem conseguido executar. Desde uma marcação mais forte a uma proposição mais rápida, uma transição com menos erros. Uma proposição de jogo com mais mobilidade. Tem várias coisas para a gente melhorar. O Bahia ainda está muito no processo inicial”, enfatizou Guto Ferreira.

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