Após ter um pedido de extradição solicitado pela Itália, Robinho foi informado sobre a decisão da Justiça do Brasil sobre sua situação e seu futuro. Como já era esperado, devido a Constituição Federal, o Brasil negou a extradição do ex-jogador para o país europeu. Essa informação foi apurada pela agência italiana de notícias Ansa.
De acordo com publicação do Uol, para relembrar o caso, Robinho foi condenado a nove anos de prisão na Itália, pelo crime de violência sexual contra uma mulher albanesa no ano de 2013. Por estar em território brasileiro, ele não pode ser extraditado para a Europa para cumprir sua pena.
Justiça italiana mantém pena de nove anos para Robinho pic.twitter.com/IgUcWoE46u
— CNN Brasil (@CNNBrasil) March 10, 2021
Em contato com a equipe de reportagem do Uol, Jacopo Gnocchi, advogado da vítima, deixou claro que a resposta era esperada, mas reforçou a indignação do lado. Ele ainda reforçou que espera que a pena seja cumprida em solo brasileiro e que o ex-jogador tenha de passar pela condenação.

“Essa era uma resposta previsível. Conhecíamos a Constituição brasileira, mas o que nos sensibiliza é que nesse caso específico um instrumento que deveria defender o cidadão foi usado como escudo para fugir da condenação e para obter impunidade. Agora esperamos que a pena seja executada no Brasil, mas sem que haja a necessidade de se fazer um outro processo para isso”, disse o advogado ao Uol.
Nesta quinta (3), a Justiça brasileira negou o pedido de extradição à Itália do ex-atacante Robinho. Segundo a agência de notícias Ansa, a recusa aconteceu porque a Constituição Federal proíbe a extradição de brasileiros. Ainda assim, as autoridades italianas podem pedir o + pic.twitter.com/LmFPpFdmyy
— Hugo Gloss (@HugoGloss) November 3, 2022
Ainda conforme informações apuradas pela agência italiana de notícias Ansa, mesmo com o pedido de extradição tendo sido recusado, a Itália ainda pode solicitar que a pena de prisão seja cumprida por Robinho no Brasil.





