O Atlético venceu o Fluminense, na noite da última quarta-feira (15), pelo placar de 1×0, no Mineirão, e garantiu classificação à semifinal da Copa do Brasil. O duelo com os cariocas marcou a terceira atuação de Diego Costa com a camisa do Galo. Assim como já havia acontecido nos últimos dois jogos, o centroavante iniciou no banco de reservas.
Diante dos cariocas, o camisa 19 entrou na volta do intervalo, substituindo o chileno Eduardo Vargas, e voltou a demonstrar sua técnica, apresentando boa movimentação e força física. Após o confronto, o técnico Cuca explicou o motivo de Diego Costa ainda não estar sendo escalado como titular e evitou estipular uma data.
“Não tem um tempo para isso. Tem conversa com a fisiologia, ver os números do jogador, sentir a recuperação, porque ele estava há sete meses sem jogo. Então, não é assim para você pegar um ritmo de jogo e ter um risco grande de lesão. A gente está fazendo as coisas gradativamente, sem pressa e sem pressão“, justicou o comandante.

A estreia de Diego Costa aconteceu no dia 29 de agosto, contra o Red Bull Bragantino. Na oportunidade, ele atuou por cerca de 30 minutos e marcou o gol do empate em 1×1. No último domingo (12), contra o Fortaleza, o camisa 19 voltou a atuar por cerca de meia hora. A intenção da comissão técnica é blindar o jogador de possíveis atuações aquém do esperado, que possam gerar críticas.
No jogo de sábado pó cuca poderia entrar com Diego Costa de titular deixar ele jogar pelo menos uns 60 mn ou jogo todo
— Nilson (@ferreiragnilso1) September 16, 2021
“Até em proteção ao jogador. Se você, dentro da campanha que a gente está fazendo, tira um jogador e lança o Diego Costa, e não tem a vitória, vocês iam analisar: ‘É, agora, com Diego Costa, o time perdeu aquilo que tinha’. A gente está gradativamente fazendo para que ele não seja também o responsável por um jogo ruim, por não ganhar uma partida. Tirando o peso dele. Converso com os jogadores e conversei com ele também“, completou Cuca.





