O Fluminense terá um desafio importante neste domingo (19), às 16h, contra o Santos, na Vila Belmiro. Sem Lucho Acosta, lesionado no clássico contra o Flamengo, o time vê seu desempenho cair e entra pressionado para manter a competitividade no Brasileirão.
A ausência do argentino pesa no planejamento. Principal articulador da equipe, Lucho é responsável por boa parte da criatividade no setor ofensivo, algo difícil de substituir no elenco atual.
Mesmo assim, o técnico Luis Zubeldía adota discurso firme. O treinador cobra uma resposta coletiva e reforça que o time não pode depender exclusivamente de um jogador.
Impacto da ausência no desempenho
Os números mostram a diferença em campo. Sem Lucho Acosta, o Fluminense soma 5 vitórias, 2 empates e 3 derrotas em 10 jogos, com aproveitamento de 56,7%.
A queda ofensiva é evidente. A equipe marcou apenas 10 gols no período (média de 1 por jogo), refletindo a falta de criatividade e poder de decisão no ataque.
Mudança no estilo de jogo
Se perde em criatividade, o time ganha em consistência. Sem o meia argentino, o Fluminense sofre menos gols e se torna uma equipe mais pragmática, com foco em resultados mais equilibrados. Para Zubeldía, o problema vai além da ausência. O treinador destacou que erros pontuais, e não apenas o desfalque, explicam os tropeços recentes da equipe.
O cenário aumenta a responsabilidade. Jogando na Vila Belmiro, o Fluminense precisa mostrar capacidade de adaptação para superar o Santos e se manter competitivo na tabela.
Com sequência pesada pela frente, o objetivo é claro. Mesmo sem seu principal articulador, o time busca provar que pode reagir coletivamente e seguir forte na temporada.





