A semana começou com a apresentação de um balanço de três anos da atual gestão do Fluminense. O presidente Mário Bittencourt concedeu entrevista coletiva para abordar os trabalhos que desenvolveu no Clube e aproveitou para fazer uma revelação sobre a empreitada Tricolor em busca de parceiros.

De acordo com o anúncio de Bittencourt, o Fluminense assinou um contrato com o Banco Pactual BTG para análise das finanças das Laranjeiras. Além de tal ação, o Banco será parceiro do Tricolor para não apenas prospectar investidores, como também, uma possível viabilização da SAF do Fluminense.
“A análise envolve a busca de investidores e não exclui outros estudos de pagamento da dívida. Está dentro desse estudo uma possibilidade futura de análise de constituição de uma SAF para investimento no futebol. Essa análise envolve eventual transformação de SAF ou não, que pode ser feita de diversas formas, que a gente está estudando desde a implantação do projeto de lei”, explicou o presidente do Time de Guerreiros.
Outro passo exposto por Bittencourt, se refere ao Maracanã. O Flu conseguiu amortizar boa parte de suas dívidas com fornecedores do estádio e projeta voo mais alto quanto a utilização do Maracanã: “O Fluminense caminha bem com o Maracanã e o Flamengo. Há bastante tempo a gente vem negociando a participação em conjunto no próximo edital. Diante desse nosso comportamento, a gente certamente estará na próxima concessão. Nós vamos estar na qualidade de sócios, hoje nós não somos sócios. Figuramos desde 2019 na qualidade de interveniente e caminhamos pela maneira de conduzir para nos tornarmos sócios”, declarou.
Além das movimentações futuras, que estão nos planos do Fluminense, Mário Bittencourt abordou o avanço que o Clube deu no pagamento de suas dívidas: “No departamento financeiro teve um pagamento de dívidas em torno de 276 milhões em três anos. Incluindo tudo: dívidas cíveis, trabalhistas, tributárias, com a Fifa, acordos, pagamentos com fornecedores. Cito sempre o caso dos fornecedores do Maracanã. Com um , dois meses de gestão ficamos sabendo que havia atrasos que precisávamos regularizar senão não poderíamos jogar lá”.









