Leonardo Jardim precisa encontrar uma maneira de tornar Lucas Paquetá mais protagonista da equipe do Flamengo. O camisa 20 custou mais de R$ 300 milhões para ser apenas um volante e ficar longe do gol, desempenhando um papel praticamente de coadjuvante.
Paquetá precisa ser mais protagonista
Na minha visão, Paquetá precisa jogar mais próximo do gol adversário. Ele é um jogador que chuta muito bem de média distância, além de dar ótimos passes. Com a iminente saída de Plata, pode surgir uma oportunidade para o comandante ajustar o sistema.
O elenco do Rubro-Negro carioca é muito bom, mas tem poucas peças com facilidade para fazer gols. Pedro, Arrascaeta, BH e o próprio meia são os atletas que podem decidir jogos.
Leonardo Jardim, é com você:
Até por isso, Leonardo Jardim precisa ter esta capacidade de mudar o sistema do time, com o ex-West Ham atuando mais próximo de Arrascaeta e também de Pedro, o melhor camisa 9 do futebol da América do Sul.
Sem Plata, o Flamengo está no mercado para contratar uma reposição, e há nomes na mesa. Mas a melhor solução neste momento é usar a maior contratação da história do futebol brasileiro nesta posição.
A diretoria flamenguista não investiu tanto em um jogador para que ele seja coadjuvante na equipe. A contratação foi feita para que o atleta mudasse o time de patamar, e o treinador tem a obrigação de ajustar isso.
O camisa 20 já disse que gosta mais de atuar como segundo homem de meio-campo, mas nunca descartou jogar em outras funções. Com Filipe Luís, o intuito era utilizá-lo como um meia pela direita.
Filipe gosta de ter este perfil de atleta neste setor, assim como foi com Gerson, que viveu grande fase e era titular da Seleção Brasileira. O Coringa fez uma grande dupla com Wesley, que hoje está na Roma.
Antes de Gerson, a equipe já contava com Everton Ribeiro, que por muitos anos cumpriu muito bem esta função. O antigo camisa 7 faz parte daquela geração de 2019 que até hoje é lembrada pela Nação.





