O vice de futebol do Flamengo, Marcos Braz, e o diretor de futebol do Clube, Bruno Spindel, são dois dos mais contestados pela Nação Flamenguista neste momento. A dupla não está em sintonia com grande parte da torcida e uma saída soa bem para os torcedores que não gostam do trabalho feito nos últimos meses.
Se uma saída acontecer, os bastidores da Gávea já pensam em um substituto. O nome veio à tona no início desta semana e agitou a web. Alguns acreditam que não seria a melhor escolha do mundo, mas que já seria uma mudança e tanta na estrutura do departamento de futebol do Mais Querido.
A informação é do youtuber Gustavo Henrique, parceiro do Diário do Fla: “O nome do Leonardo começou a ser ventilado dentro do Flamengo, o dirigente recentemente deixou o PSG por divergências com Mbappé. Leonardo é um nome genuinamente rubro-negro para a direção de futebol do clube. O movimento ainda é tímido, mas eu vou seguir monitorando e apurando para saber até onde essa história vai chegar”, informou o comunicador.
Leonardo em bate papo com Zico em 2017, falando sobre quase ter virado dirigente do Flamengo e sua visão sobre a estrutura de gestão ultrapassada no futebol brasileiro.
Canal: Zico 10 pic.twitter.com/cn0sDGiPfF
— Victor Rocha (@Victorupcrf) May 24, 2022
Leonardo ficará livre no mercado nesta saídado Paris Saint-Germain. Em um passado recente, o dirigente revelou ter sido procurado pelo CRF, mas que as conversas não tinham avançado por falta de alinhamento e interesse entre as partes envolvidas nas tratativas. Na época, o ex-lateral confessou a sondagem em entrevista ao Zico.
Leonardo é MT ruim pra Europa mas no Flamengo só de fazer o básico e ñ encher o clube de amigo já seria umas 100 vezes melhor que a duplinha Braz e Spindel.
Ainda prefiro José Boto ou Mário Branco.
— Lil Gabi com a faixa (@Lilgabifanboy) May 22, 2022
“Tive muito perto. Mas, vou ser sincero. Nunca senti uma condição real de fazer o que eu penso. Eu não acredito no tipo de gestão que exerce o futebol brasileiro. Acho que, hoje, o mundo corporativo mudou. Você não pode ter uma estrutura de 100 anos atrás. A estrutura de hoje é política”, disse o dirigente, em 2017.





