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Artur Jorge muda ordem e Matheus Pereira é batedor oficial de pênalti no Cruzeiro; Kaio Jorge vem na sequência

Após uma polêmica entre os dois jogadores, o treinador veio à publico confirmar uma informação apurada pelo Bolavip Brasil

Kaio Jorge, atacante do Cruzeiro
© Foto: Gilson Lobo/AGIFKaio Jorge, atacante do Cruzeiro

O Cruzeiro conseguiu uma importante vitória para dar resposta após a eliminação recente que o time sofreu. Jogando em casa, diante da torcida, a Raposa venceu o Athletico-PR por 3 a 1. Os gols da partida foram marcados por Matheus Pereira, Lucas Romero e Kaio Jorge.

Mais uma polêmica tomou conta da partida e roubou a cena na vitória celeste. O time mineiro teve dois pênaltis a seu favor. O primeiro foi desperdiçado pelo camisa 10, que parou na defesa do goleiro adversário, e o segundo foi convertido pelo camisa 19. Mas, após a segunda penalidade, houve um desentendimento e uma espécie de confusão entre a dupla.

Mudança na ordem de cobradores de pênaltis do Cruzeiro

Na primeira cobrança, o meia pegou a bola e não passou para o artilheiro do time, como de costume. Já na segunda cobrança, o atacante pegou a bola e, mesmo após alguns pedidos do colega, foi irredutível e assumiu a cobrança. Aí surgiu um debate sobre o que estaria acontecendo e o motivo dessa situação, já que Kaio Jorge era o batedor oficial do time.

Mas, de acordo com informações apuradas pelo Bolavip Brasil, houve uma mudança na hierarquia de cobradores de pênaltis do Cruzeiro. Agora, Matheus Pereira é o batedor oficial e Kaio Jorge vem na sequência. A informação foi trazida em primeira mão pelo jornalista Samuel Venâncio e confirmada pela equipe de reportagem do site.

Isso explica o motivo de, na primeira cobrança, o camisa 10 ter pegado a bola e não ter passado para o atacante como acontece de costume. E isso também justifica o fato de o meia ter forçado e discutido para cobrar novamente a segunda penalidade da partida.

É importante relembrar que esse fato não aconteceu pela primeira vez no jogo de hoje. Na partida em que o time foi eliminado pelo Atlético-MG na Copa do Brasil, também houve um certo debate entre os dois jogadores sobre quem bateria a cobrança, que naquele momento foi assumida pelo camisa 19, que também converteu.

Hoje, o caso ganhou mais repercussão por causa de alguns flagras de discussões e um climão entre os dois companheiros. Como o meia já havia desperdiçado um pênalti, e o placar da partida era 2 a 1, o artilheiro da Raposa não abriu mão da cobrança e assumiu a responsabilidade.

Polêmica e discussão entre Kaio Jorge e Matheus Pereira

Mas o camisa 10 cruzeirense mostrou uma certa insatisfação com a situação. Para começar, ele não foi imediatamente comemorar o gol e, quando foi, não teve um momento de interação direto com Kaio Jorge. Após todo o ocorrido, um flagra da transmissão da Globo mostrou que os dois tiveram uma desavença ainda mais ríspida durante a bola rolando após o terceiro gol celeste.

Romero e Artur Jorge se pronunciaram após polêmica

Obviamente, o primeiro personagem do Cruzeiro que teve de responder sobre o assunto foi o capitão Lucas Romero. Nas duas ocasiões, ele interveio na discussão entre a dupla para tentar resolver a situação do impasse sobre o batedor nas cobranças.

Ele amenizou a situação, e falou que se trata de um ocorrido de jogo e que será resolvido no vestiário internamente. “E depois, o que acontece aí (no campo) são coisas de futebol, a gente resolve dentro do vestiário“.

Artur Jorge também foi questionado na coletiva sobre o caso, e também não quis polemizar ainda mais o acontecimento. Ele deixou claro que o time tem alguns batedores e disse que a postura dos atletas é algo normal de querer assumir a responsabilidade para ajudar o time.

A ordem que está específica tem a ver com a prioridade de ser Matheus Pereira primeiro, segundo o Kaio, terceiro Bruno Rodrigues. O Matheus Pereira entendeu e deu a bola ao Kaio para fazer o gol. Estaria tudo errado se fosse um jogador que não gostasse dessa lista. Para mim, depende sempre como nós queremos ver as coisas. Ficaria mais preocupado se eles fugissem e não quisessem bater. Isso demonstraria menos caráter do que aquilo de ter dois homens querendo bater“, explicou.

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