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Clima pesado: Corinthians chega baleado por virose, muda planos e lida com drama às vésperas da Supercopa

Intoxicação alimentar atinge elenco, afeta preparação e força Dorival a mexer na equipe

O Corinthians enfrentou um cenário completamente fora do planejamento na preparação para a final da Supercopa do Brasil contra o Flamengo. Às vésperas da decisão, parte significativa da delegação foi acometida por uma virose forte, que comprometeu treinos e alterou o ambiente interno.

Foto: Gustavo Vasco/SCCP
Foto: Gustavo Vasco/SCCP

A informação foi divulgada inicialmente pela TNT Sports e confirmada pelo Meu Timão. Segundo relatos, o problema atingiu atletas e membros da comissão técnica, gerando preocupação em um momento decisivo da temporada.

Em entrevista antes da partida, o técnico Dorival Júnior confirmou que 26 integrantes da delegação foram afetados. O treinador classificou a situação como um contratempo inesperado, especialmente pelo peso da final em jogo único.

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Mesmo diante das dificuldades, o Corinthians manteve o grupo à disposição. Não houve novos cortes na lista de relacionados, mas a condição física de alguns jogadores pesou nas decisões da comissão técnica.

Garro sente mais e começa no banco

Segundo informações da jornalista Isabelle Costa, um dos jogadores mais impactados pela virose foi Rodrigo Garro. O meia passou muito mal nos últimos dias e, por isso, não reúne condições ideais para iniciar a partida como titular.

A tendência é que Garro comece no banco de reservas, sendo utilizado apenas se houver necessidade durante o jogo. A comissão médica optou por cautela, avaliando o desgaste sofrido pelo atleta.

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Garro. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Argentino busca retomada no Timão. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Além dele, Yuri Alberto também apresentou sintomas fortes e chegou a ficar fora de atividades recentes. Mesmo assim, o atacante deixou claro internamente que faria questão de estar em campo na decisão. O entendimento foi de que, apesar do quadro, Yuri reúne condições mínimas para atuar, o que manteve o camisa 9 como opção importante para o duelo.

Treinos afetados e desafio físico na decisão

Dorival Júnior revelou que, antes da viagem, três ou quatro jogadores sequer conseguiram treinar. No sábado, ainda havia ao menos 11 nomes lidando com os efeitos da intoxicação alimentar.

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O treinador destacou que o foco foi acelerar a recuperação do grupo, ajustando a carga de trabalho e priorizando descanso e tratamento médico. A ideia foi minimizar o impacto físico para o jogo.

Mesmo com a preparação prejudicada, o discurso interno foi de superação. O elenco entende que a final exige concentração máxima, independentemente dos obstáculos enfrentados nos dias anteriores.

Assim, o Corinthians entra em campo ciente das limitações, mas confiante de que pode competir. A virose virou um capítulo indesejado, porém inevitável, na caminhada até a decisão.

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