A possibilidade de Lionel Scaloni encerrar sua passagem pela seleção argentina no fim do ano já movimenta os bastidores da AFA após a Copa do Mundo. Entre os nomes mais comentados para assumir o cargo, Diego Simeone e Marcelo Gallardo aparecem em posição de destaque na corrida pela sucessão.
Segundo o jornalista Nicolò Schira, Simeone é o principal desejo da AFA para iniciar um novo ciclo. O treinador do Atlético de Madrid nunca escondeu a vontade de dirigir a seleção de seu país, mas sua longa ligação com o clube espanhol pode dificultar uma negociação no curto prazo.
Enquanto isso, Marcelo Gallardo surge como o candidato mais acessível. Após construir uma trajetória vitoriosa no River Plate e consolidar seu nome entre os principais técnicos da América do Sul, ele é visto como um profissional preparado para assumir a seleção e dar continuidade ao protagonismo argentino.
Outros treinadores também aparecem no radar
Além da dupla mais cotada, outros dois treinadores são lembrados nos bastidores, segundo O Globo. Pablo Aimar, atual auxiliar de Scaloni, representa a alternativa de continuidade, já que participou diretamente das principais conquistas da Argentina nos últimos anos e conhece profundamente o ambiente da seleção.
Outro nome citado é Mauricio Pochettino, que está livre no mercado após deixar o comando da seleção dos Estados Unidos. A experiência acumulada em clubes como Tottenham, Paris Saint-Germain e Chelsea faz do treinador uma opção valorizada para liderar um novo projeto da equipe nacional.
Scaloni sinaliza despedida após ciclo histórico
Depois da derrota para a Espanha na final da Copa do Mundo, Scaloni indicou que pretende cumprir seu contrato até dezembro e, na sequência, fazer uma pausa na carreira. O treinador afirmou que precisa “recarregar as energias”, deixando em aberto a possibilidade de encerrar um dos períodos mais vitoriosos da história da seleção argentina.
Desde que assumiu o comando da Albiceleste, Scaloni conquistou títulos importantes, como a Copa América, a Finalíssima e a Copa do Mundo de 2022, além de levar a equipe novamente à decisão do Mundial de 2026. Caso a saída seja confirmada, a AFA terá a missão de escolher um sucessor capaz de manter o alto nível competitivo construído durante seu ciclo.





