Nesta terça-feira (14), a Espanha entra em campo em busca de uma vaga na final da Copa do Mundo. A Fúria terá pela frente a França, às 16h (de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas, sonhando com o retorno à decisão do torneio após mais de uma década.
Os espanhóis chegam para a semifinal com cinco titulares remanescentes do Mundial do Catar. Entre os jogadores eliminados pelo Marrocos em 2022, Unai Simón, Laporte, Rodri, Pedri e Dani Olmo devem começar o duelo contra os franceses.
A manutenção de parte da base da última Copa do Mundo reflete a confiança da comissão técnica em jogadores que seguem como referências. Agora, o quinteto tenta transformar a experiência acumulada ao longo dos últimos anos em um diferencial dentro de campo.
As mudanças na Seleção Espanhola para a Copa de 2026
Ao longo do último ciclo, a Espanha também passou por mudanças importantes e incorporou novos nomes ao elenco. Jogadores como Cucurella, Cubarsí, Oyarzabal e Lamine Yamal ganharam espaço e aumentaram o nível técnico da equipe.
A combinação entre jogadores mais rodados e a nova geração fortaleceu a Seleção Espanhola para a Copa de 2026. Com um time mais equilibrado e repleto de opções, a Fúria chega às semifinais acreditando no talento de Yamal para alcançar a decisão.
Entre os possíveis titulares contra a França, seis disputam a primeira Copa do Mundo da carreira. O número evidencia a renovação promovida pela Espanha desde o Mundial do Catar, sem abrir mão de nomes experientes na base da equipe.
A provável escalação da Espanha para enfrentar a França
Segundo o ‘GE’, Luis de la Fuente não deve promover mudanças significativas para a semifinal. A tendência é que a Espanha entre em campo nesta terça-feira (14) com a mesma formação utilizada nos últimos jogos, tendo a disputa entre Pedri e Fabián Ruiz como a única dúvida do treinador.
Os espanhóis devem começar a partida contra a Seleção Francesa com a seguinte escalação titular: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Pedri (Fabián Ruiz) e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal





