Se a Argentina não foi goleada na decisão, isso se deve a Dibu Martínez. Mesmo atuando com uma lesão na mão direita durante toda a Copa do Mundo, o goleiro argentino se agigantou e acabou sendo um dos responsáveis por levar Messi e companhia na decisão.
E justamente na final contra a Espanha, Dibu anotou o número impressionante de 11 defesas. Para se ter ideia, o goleiro Unai Simón fez 10 intervenções durante todo o mundial, sendo um a menos do que o argentino produziu neste domingo (19), no MetLife Stadium.
Superioridade da Espanha impressiona na final da Copa
Essa diferença fica evidenciada pelo que foi apresentado nos 120 minutos. Mesmo com a Espanha tendo dificuldades de definir, só marcando o gol do título no início do segundo tempo da prorrogação, os europeus controlaram o jogo o tempo inteiro.
Com maior posse de bola, a equipe de Luis de la Fuente controlou a posse de bola, não deixando os argentinos trocarem muitos passes e nem criar lances perigosos. Durante todo o jogo, a Argentina não conseguiu da uma finalização ao gol de Unai Simón.
Essa eficiência também ajudou a bicampeã a sofrer apenas um gol, nas vitória por 2 a 1 sobre a Bélgica nas quartas. Além disso, Unai ficou 650 minutos consecutivos sem sofrer gol, quebrando um recorde de 517 do italiano Walter Zenga, em 1990.
Campeã do mundo se defende tendo a bola
Um ponto importante é que Unai Simón terminou a Copa do Mundo como o goleiro que mais defendeu em porcentagem, entregando 91% de intervenções dos chutes que sofreu (9 defesas em 10 chutes). Situação que fez Simón ser eleito o melhor jogador da posição do torneio.
Logo após o goleiro da Espanha, Diogo Costa aparece com três gols sofridos e 19 defesas, entregando 86% de aproveitamento. Por fim, o colombiano Camilo Vargas completa o pódio, tendo um gol sofrido e seis defendidos, com os mesmos 86% do goleiro português.





