O ex-lateral Júnior, pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira, voltou aos holofotes ao fazer duras críticas à atual situação da lateral esquerda da equipe nacional. Durante participação no podcast “Basticast”, o ex-jogador não poupou palavras ao avaliar os nomes escolhidos para a posição.
Com passagem marcante por clubes como Palmeiras e São Paulo, além de integrar o elenco campeão do mundo em 2002, Júnior demonstrou preocupação com o nível apresentado pelos laterais brasileiros atualmente. Para ele, há uma mudança no perfil dos jogadores da posição.
Ao comentar sobre Alex Sandro, o ex-atleta foi direto e contundente em sua análise. Segundo ele, os laterais atuais têm características mais defensivas e deixaram de apresentar o apoio ofensivo que marcou época no futebol brasileiro.
Alex Sandro merecia ser convocado?
Alex Sandro merecia ser convocado?
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Júnior abriu o jogo
“Não gosto! Os laterais hoje são defensores, não são mais laterais. Você não vê hoje o Alex Sandro indo na linha de fundo cruzar, até porque também ele cruza com o tornozelo. Não vejo dar um arco, a bola vai para trás, não vai perto do goleiro, do zagueiro”, afirmou Júnior, evidenciando sua insatisfação com o desempenho do jogador.
Além de Alex Sandro, o ex-lateral também comentou sobre Douglas Santos, outro nome presente nas discussões sobre a posição. Para ele, a convocação pode ter sido influenciada pela falta de opções mais consistentes no cenário atual.

Douglas Santos jogador do Brasil durante a partida contra o Chile no Maracana no Rio de Janeiro (RJ), pelas Eliminatorias da Copa do Mundo 2026. Foto: Marlon Costa/AGIF
Júnior ainda apontou uma alternativa que, em sua visão, poderia agregar mais à equipe. O ex-jogador destacou Juba, do Bahia, como um atleta com características mais ofensivas e intensidade física, algo que ele considera essencial para a função.
Confira o que ele disse
“E o Douglas (Santos) também. Mas acho que também foi falta de opção. Eu levaria o Juba, do Bahia, ele vai na linha de fundo, dá um passe, vai pelo meio, tem vigor físico. Se ele estivesse no Rio ou em São Paulo poderia ter essa oportunidade”, completou Júnior, reforçando sua visão crítica sobre a atual geração.





