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Seleção Brasileira

Ex-atacante da Seleção Brasileira vê Neymar como uma máquina de marketing: “Não teria convocado”

Giovane Elber, ex-atacante da Seleção Brasileira, afirmou que o camisa 10 atualmente é somente uma máquina de marketing

Neymar jogador do Santos vai disputar a Copa do Mundo
© Fotos: Raul Baretta/ Santos FC.Neymar jogador do Santos vai disputar a Copa do Mundo

O ex-atacante Giovane Elber questionou a escolha de Neymar para o Mundial por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo. Em entrevista ao jornal alemão Bild, ele comentou o caso.

“A maioria pediu que convocassem o Neymar. Até o presidente do país entrou na discussão e declarou publicamente apoio a ele. A pressão sobre Ancelotti só aumentou, e ele acabou sem alternativa”, disse Elber.

O ex-jogador afirmou que Neymar não está mais no auge e, por isso, virou mais um produto comercial do que uma peça realmente decisiva dentro de campo. Por isso, não concordou com a ida do atacante ao Mundial.

Não merecia uma vaga?

“Sinto muito, mas eu não o teria chamado. Pode ser que o Neymar me surpreenda e jogue tão bem como anos atrás. Mas eu não acredito nisso. Ele já foi um atleta de nível mundial; hoje virou praticamente uma máquina de marketing”, afirmou Elber.

Neymar mereceu a vaga para disputar a Copa do Mundo?

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Ele também criticou a passagem do craque pelo Al-Hilal e avaliou o retorno ao Santos. “Isso [Al-Hilal] foi mais umas férias pagas para o Neymar. Desde o começo de 2025 ele voltou a jogar pelo Santos e se lesionou muitas vezes, ficou longos períodos sem ritmo. Como isso vai funcionar na Copa?”, questionou.

Foto: Criada pelo Bolavip com auxílio do ChatGBT

Foto: Criada pelo Bolavip com auxílio do ChatGBT

O Hexa vem?

Elber não está otimista sobre o Brasil conquistar o título da Copa do Mundo, dizendo que a seleção pode até alcançar as quartas, mas ver o título como improvável.

“A campanha de classificação não foi boa; tivemos três técnicos nesse período. Chegar às quartas, o Brasil consegue. Mas levantar a taça exigiria que muitas coisas dessem certo, e isso não se resolve em tão pouco tempo. O que dá alguma esperança é que, com Ancelotti, a seleção volta a funcionar mais como um time“, concluiu.