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Seleção Brasileira

Pesquisa aponta redução da rejeição a um estrangeiro como sucessor de Tite, no comando da Seleção, mas brasileiros ainda são favoritos

48% dos entrevistados ainda preferem que Seleção seja comandada por um Brasileiro

Foto: Michael Steele/Getty Images
Foto: Michael Steele/Getty Images

Tite anunciou seu desligamento da Seleção Brasileira, após a eliminação da equipe nas quartas de final da Copa do Mundo no Qatar. O treinador ficou no comando do Brasil por seis anos, disputou duas Copas do Mundo e não conseguiu faturar títulos no Mundial, apesar de ter feito uma campanha histórica nas Eliminatórias.

O treinador brasileiro não conseguiu colocar fim a um jejum de duas décadas que já prevalecia sobre a equipe canarinho em mundiais. Com mais uma eliminação precoce abriu-se a discussão se não estava no momento de não apenas reformular a Seleção, como trazer um técnico estrangeiro que pudesse fazer a equipe voltar ao topo do mundo.

A nacionalidade do sucessor de Tite divide opiniões e já enfrentou muita resistência, não apenas de torcedores, mas de especialistas no assunto. Mas uma pesquisa do Datafolha, realizada entre os dias 19 e 20 de dezembro apontou uma redução no índice de pessoas que rejeitam um treinador estrangeiro. A pesquisa ouviu 2.226 pessoas, destas 41% são favoráveis a um treinador de outro país, anteriormente, mais precisamente em julho deste ano apenas 30% aprovavam a ideia. Apesar da redução da rejeição, 48% ainda preferem que o Brasil seja comandado por brasileiro e 5% não souberam responder.

A pesquisa também traçou um perfil daqueles que aprovam um estrangeiro. A ideia tem melhor aceitação entre os mais jovens, sendo aceita por 46% dos entrevistados que possuem entre 16 e 24 anos, 46% também é o índice dos contrários. Já entre pessoas de 60 anos ou mais a opção de um treinador estrangeiro cai bruscamente para apenas 32%, enquanto 55% prefere uma solução caseira.

A CBF já se mostrou aberta a possibilidade de contar com um estrangeiro como substituto ao cargo, e alguns nomes já foram especulados como Abel Ferreira, português que comanda o Palmeiras; o italiano Carlo Ancelotti, treinador do Real Madrid; o português José Mourinho, da Roma; e o francês Zinedine Zidane, atualmente sem clube. Entre os brasileiros os nomes que aparecem como possibilidade foram os de Fernando Diniz, do Fluminense, Mano Menezes, do Internacional, Dorival Junior, ex-Flamengo.