O São Paulo intensificou as negociações para contratar o atacante Artur, atualmente no Botafogo. A operação envolve um empréstimo até o fim da temporada, com opção de compra e possibilidade de cláusula obrigatória por metas.
Um dos principais pontos em discussão é a divisão salarial do jogador, que recebe mais de R$ 1 milhão por mês. Para viabilizar o negócio, o São Paulo já admite pagar a maior parte dos vencimentos.
A negociação gira em torno de modelos como 50/50 ou até 60/40, com o Tricolor assumindo a fatia mais pesada. Mesmo assim, ainda há ajustes a serem feitos entre as partes.
Salário é principal entrave
Internamente, o Botafogo não vê com bons olhos arcar com uma parte relevante dos salários. A diretoria alvinegra prefere reduzir ao máximo sua participação financeira no acordo.
Esse fator já impactou outras negociações recentes envolvendo o clube, o que aumenta a cautela nas tratativas. Ainda assim, o São Paulo tenta encontrar um equilíbrio para fechar o acordo.
Artur é bom reforço?
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Além do salário, os clubes também discutem os detalhes da opção de compra. Existe a possibilidade de que ela se torne obrigatória caso o jogador atinja metas específicas ao longo da temporada.

Artur não deslanchou em 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Corrida contra o tempo
O negócio precisa ser concluído rapidamente, já que a janela especial se encerra nesta sexta-feira. Por isso, as conversas ganharam intensidade nos últimos dias. Artur chegou ao Botafogo em 2025, vindo do Zenit, em uma negociação relevante, e tem contrato longo com o clube carioca.
Na atual passagem, soma 10 gols e cinco assistências em 60 jogos, números que mantêm o interesse do São Paulo na contratação. O desfecho deve acontecer nas próximas horas, com o Tricolor apostando no esforço financeiro para fechar o acordo antes do prazo.





