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Lucas Moura ‘esquece’ São Paulo e pode parar em campeão na temporada: “Não tem condições de pagar metade”

O atleta de 30 anos tem vínculo até junho de 2024, mas boa relação com ingleses pode facilitar as conversas

Foto: Catherine Ivill/Getty Images - Lucas Moura
Foto: Catherine Ivill/Getty Images - Lucas Moura

Lucas Moura é sonho de consumo do São Paulo desde setembro do ano passado, quando o próprio técnico Rogério Ceni ligou para o extremo direito e fez o convite para o camisa 27 retornar às origens. Acabou não acontecendo e o ex-PSG permaneceu no Tottenham, onde tem vínculo contratual até junho de 2024.

O alto salário do atleta de 30 anos impede que o Tricolor faça altas investidas e breca o poder de negociação diante de rivais que foram campeões, estando assim com a conta cheia pelas premiações. O Flamengo é um exemplo desses casos e monitora de perto a situação do jogador formado em Cotia.

“O Flamengo está monitorando a situação do atacante Lucas Moura. Apesar de mais um ano e meio de contrato, ele deseja retornar ao futebol e acredita que tem muita lenha para queimar. Pela boa relação que ele tem com a diretoria do Tottenham, pode acontecer um acordo para sua liberação sem ônus. O Clube não dificultaria uma saída no final desta temporada”, informa o jornalista Mauro Sant Anna.

O comunicador vai além: “Desde setembro do ano passado, o São Paulo tem namorado o retorno do Lucas Moura, principalmente com a presença de Rogério Ceni. O que se diz nos bastidores da imprensa paulista é que o próprio treinador teria feito esse convite”, pontuou antes de acrescentar que “o salário do jogador é considerado abusivo pelo São Paulo” e que “não tem condição de pagar metade disso”. Ele recebe R$ 2,2 milhões mensais.

Avaliado em 12 milhões de euros (cerca de R$ 65 milhões na cotação atual), segundo projeções do site Transfermarkt, L. Moura é visto como um ‘joker’ que pode entrar nos setores que jogam hoje Arrascaeta e Everton Ribeiro, além de ter a possibilidade de ser acionado pelo meio. Vale lembrar que o medalhão dá prioridade ao SPFC, mas não exclusividade em eventuais negociações.