Peixe de olho no Brasileirão Betano e em demandas fora dos gramados
O Santos aproveita a pausa para a Data FIFA e turbina sua preparação para o duelo diante do Fortaleza, que acontece na próxima quinta-feira (12), na Arena Castelão. Será a última partida antes da parada antes do Mundial de Clubes e o Peixe precisa da vitória para entrar no recesso indicando uma reação na tabela do Brasileirão Betano.

Contudo, além dos preparativos, visando o duelo na capital do Ceará, o Alvinegro Praiano se mobiliza para a resolução de situações pendentes. Entre elas, está a renovação de Neymar, que deve ser concluída com sucesso, visando um vínculo até o final de 2026.
Outra situação que tem chamado atenção sobre o futuro, é o caso do goleiro João Paulo, que perdeu espaço após se recuperar de lesão. No entanto, a chegada de Alexandre Mattos causou impacto na situação e, após uma reunião com o novo diretor-executivo do Clube, o goleiro ganhou força para permanecer.
Mas, há uma demanda preocupante no horizonte. O Santos tem até o dia 24 de junho para quitar uma dívida de aproximadamente R$ 15,9 milhões com o Arouca (POR), referente à contratação do zagueiro João Basso. A Fifa notificou o Santos no dia 9 de maio e deu o prazo de 45 dias para quitação. Os valores envolvem multa pelo atraso e juros somados. A informação é do Portal Uol Esporte.
Diretoria acredita que situação está sob controle e vai coinseguir pagar
Caso não consiga bancar a dívida, ou não fechar um acordo com a equipe portuguesa, o Clube será punido com transfer ban e, desta forma, ficará vetado de registrar atletas contratados. Importante lembrar, que tal punição pode englobar três janelas de transferências.
O Santos vive um cenário financeiro apertado, mas não demonstra receio diante de um eventual transfer ban. A cúpula alvinegra acredita que resolverá a pendência antes do vencimento e ainda acena com a chance de um acerto, embora o Arouca, até aqui, não dê sinais de recuo.
João Basso pelo Santos
Contratado em julho de 2023, João Basso chegou ao Santos por 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 13 milhões na cotação da época. No entanto, o clube paulista quitou apenas a primeira parcela, de 500 mil euros. Desde então, mais de um ano se passou sem novos repasses ao Arouca, que levou o caso à Fifa em busca de uma solução.