Paulinho esteve presente no Allianz Parque na vitória do Palmeiras sobre o Mirassol, por 1 a 0, no último domingo (15), e revelou que está ansioso para voltar a jogar pelo time paulista.

Paulinho jogador do Palmeiras antes de partida contra o Mirassol no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Brasileiro A 2026.
© Foto: Ettore Chiereguini/AGIFPaulinho jogador do Palmeiras antes de partida contra o Mirassol no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Brasileiro A 2026.

O profissional está bem próximo de receber alta, com a expectativa de se juntar ao elenco após a Data Fifa, no começo de abril. A recuperação da segunda cirurgia na perna direita avançou bastante, chegando à quarta etapa do processo de recondicionamento físico.

O camisa 10 tem aumentado gradualmente a intensidade dos treinos, já participando de atividades nos gramados, como aconteceu na última segunda-feira (16). Em uma entrevista ao GE, ele comentou sobre sua expectativa de retorno.

Ele afirmou que tem trabalhado para voltar com força total aos campos

“A cada semana preciso passar por uma adaptação. Minha recuperação física é um pouco diferente, mais longa. Preciso de algumas semanas para preparar meu corpo e ir me ajustando às cargas que aumento semanalmente. A ansiedade só cresce, claro, já estou quase lá”, disse.

Paulinho jogador do Palmeiras e visto no banco de reservas antes de partida contra o Sao Paulo no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Paulista 2025. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Apesar dos sinais positivos na sua evolução, o Palmeiras tem adotado uma postura cautelosa durante o processo de liberação do jogador. A ideia é evitar que ele passe por uma situação semelhante à do ano passado.

A cautela é fundamental para o clube paulista

Depois do procedimento realizado ainda no Atlético-MG, Paulinho continuou sentindo dores na região, o que prejudicou seu desempenho em campo.

Ele explicou que o trabalho vem sendo feito de forma gradual: “Estamos jogando alguns jogos e, a cada semana, aumentamos o espaço e o número de jogadores em campo. Assim, posso me adaptar sem sofrer na volta. Sabemos que é uma lesão bastante grave e pouco comum no futebol”, relembrou.