John Arias: operação do Palmeiras tem Leila à frente das conversas

O Palmeiras já começa a movimentar suas peças para 2026, e a busca por reforços voltou ao centro das atenções depois de uma temporada abaixo das expectativas — apesar dos mais de R$ 700 milhões investidos.

Jhon Arias, do Wolverhampton, é o grande sonho de Leila Pereira para o Palmeiras em 2026
© Getty ImagesJhon Arias, do Wolverhampton, é o grande sonho de Leila Pereira para o Palmeiras em 2026

Entre os alvos da diretoria, um nome voltou com força à pauta alviverde: Jhon Arias, do Wolverhampton. A informação foi publicada pelo UOL Esporte nesta sexta-feira (5).

No caso, é a própria Leila Pereira quem está conduzindo pessoalmente os contatos com o estafe do jogador de 28 anos, mantendo as tratativas ativas desde o primeiro sinal de interesse. Leila já havia perguntado sobre a situação do colombiano diretamente a Mário Bittencourt, presidente do Fluminense, durante o Mundial de Clubes.

Situação do jogador na Inglaterra mantém cenário em aberto

O futuro de Arias no Wolverhampton é incerto. Apesar de uma saída em janeiro ser considerada improvável, a má campanha dos Wolves na Premier League — que convivem com forte risco de rebaixamento — pode acelerar uma possível negociação.

O clube inglês avalia que, em caso de queda, seria estratégico vender Arias antes de uma desvalorização no mercado. O meia-atacante ainda não conseguiu deslanchar na Inglaterra. Ele marcou na estreia, em amistoso contra o Girona, mas soma 18 partidas oficiais sem gols ou assistências.

Leila Pereira conduz as negociações com staff de Jhon Arias para o Palmeiras nos bastidores – Foto: Wagner Meier/Getty Images

Palmeiras monitora, mas Fluminense segue como prioridade no Brasil

Em caso de retorno ao país, o Fluminense ainda aparece como primeira opção de Arias. Mesmo assim, o Palmeiras mantém o monitoramento constante e fez uma nova consulta aos representantes do jogador, reforçando o interesse em contar com o atleta já na próxima janela.

O SEP vê Arias como peça capaz de elevar o nível de criatividade e intensidade do setor ofensivo, que sofreu queda de rendimento na reta final da temporada. Maurício, Raphael Veiga e Felipe Anderson estiveram aquém do esperado, e a diretoria entende que a chegada de um articulador mais regular é crucial para oferecer novas possibilidades ao técnico Abel Ferreira.