O Grêmio está em busca de reforços no mercado da bola e visa a chegada de jogadores do exterior. Com a janela de transferências internacionais aberta desde o último dia 13, a diretoria do Tricolor Gaúcho trabalha com cautela para qualificar o elenco do técnico Renato Portaluppi e, como já virou praxe nos últimos anos, evita grandes investimentos.

Internamente, o departamento de futebol e a comissão técnica definiram três posições como prioridade para contratações: volante, meia-atacante e centroavante. Nos bastidores, alguns nomes vêm sendo especulados nas últimas semanas, sendo o mais forte o do argentinoDiego Churín, doCerro Porteño, do Paraguai.
Aos 30 anos, o jogador chegaria para disputar posição com Diego Souza, mas a pedida deUS$ 2 milhões (R$ 11,2 milhões) impede o avanço do Grêmio. Na noite de ontem (20), em entrevista à Rádio Pachola,Marcos Hermann, vice-presidente administrativo do clube, questionou o investimento para fechar com o centroavante.
“O Grêmio se interessou pelo jogador, agora está fazendo uma avaliação de custo-benefício tendo em vista a idade dele“, afirmou. “Vale a pena esse grau de investimento por um jogador de 30 anos? Se for esse preço que estão pedindo não vale e nós não vamos fazer. Se for mais barato e dentro das nossas condições, vamos fazer. Só vamos fazer negócio que caiba no nosso bolso, não vamos fazer loucura“, adicionou o dirigente.
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Outros jogadores que estariam na mira seriam o meia Franco Cervi e o atacante Facundo Ferreyra, ambos do Benfica, que não tem interesse em perder a dupla. “São bons jogadores, bem conhecidos do Grêmio. Agora, não tem nenhum sinal verde por parte do Benfica para a liberação deles“, completou Hermann.