O ex-volante Felipe Melo, que se tornou zagueiro com Vanderlei Luxemburgo, está no Palmeiras desde 2017 e se tornou um dos jogadores mais identificados com o clube. O defensor, que passou a amar o Verdão após desembarcar na Academia de Futebol, não foge de polêmicas e foi justamente uma delas o motivo que ficou próximo de encerrar sua passagem pelo alviverde.

Em conversa com o Diário Olé, da Argentina, Felipe Melo apontou que o momento que esteve mais perto de deixar o Palmeiras foi em 2017. Na época, teve problemas com o técnico Cuca. No entanto, as divergências foram solucionadas e o “Pittbul” garante ter recebido apoio tanto dos companheiros quanto da diretoria.
“Eu vi que falavam que estavam enojados por eu elogiar o Boca Juniors. Eu não quero sair do Palmeiras. Quando cheguei ao clube, não amava o Palmeiras. Quero melhorar minha história no futebol, amo o clube. Tive um problema com só um treinador em 36 anos da minha vidae por conta disso quase deixei o clube. E todos os atletas ficaram ao meu lado. No momento mais difícil, o clube esteve do meu lado. Assim, digo que hoje que é muito mais fácil defender o Palmeiras, porque eu amo o clube”, afirmou.
Admirador do Boca Juniors, Felipe Melo chegou a causar um mal-estar com os palmeirenses ao revelar a vontade de atuar no clube xeneize. Durante a entrevista, o zagueiro abriu o jogo sobre sua relação com a equipe argentina e rebateu rumores. No últimoperíodo eleitoral do Boca, surgiram informações de que candidatos teriam a intenção de fechar com o defensor.
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“Quando falo do Boca Juniors é uma paixão argentina. Agora é mais fácil. Falo porque queria atuar, mas falo menos sobre isso porque os torcedores não gostaram. Falam de mim no Brasil e tudo ganha a proporção de uma bomba. Mas, em relação ao Boca, nunca falei com o Boca e também não falei com o Beraldi (candidato à presidência). Mas digo que nunca falei com o Riquelme. Não sei o que vai acontecer amanhã, mas tento fazer o melhor no presente”, completou.