O Cruzeiro segue buscando recursos para pagar os salários atrasados dos jogadores, comissão técnica e funcionários. Com uma dívida de R$9 milhões, a diretoria busca ajuda de investidores e empresários para angariar os recursos necessários para deixar a “casa em ordem”.

Presidente do Cruzeiro, Sèrgio Santos Rodrigues, está com dificuldades em conseguir recursos para pagar os salários atrasados do clube. Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro
© Gustavo Aleixo/CruzeiroPresidente do Cruzeiro, Sèrgio Santos Rodrigues, está com dificuldades em conseguir recursos para pagar os salários atrasados do clube. Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

No entanto, a previsão é que nem todos os funcionários tenham os vencimentos regularizados. De acordo com informações do jornalO Tempo, o Cruzeiro conseguiu um aporte de R$4 milhões com os empresários. Esse valor é insuficiente para pagar todo o débito.

A estratégia celeste, então, é pagar os salários atrasados dos jogadores, comissão técnica e funcionários do time principal e categorias de base. Os trabalhadores da parte social e da sede administrativa devem seguir com atraso. E pior, não há previsão de que tenham os vencimentos regularizados.

Pedro Lourenço, dono do Supermercados BH, está à frente da captação de recursos para o Cruzeiro. Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Quem está à frente de captar os recursos são os empresários Pedro Lourenço e Régis Campos. A expectativa é que o valor esteja na conta do Cruzeiro até sexta-feira, 22, para que o clube faça o pagamento dos salários atrasados antes da partida contra o Avaí.

Esses R$4 milhões, segundo a publicação do jornal mineiro, serão pagos em 2022, quando há a previsão de que o Cruzeiro se torne um clube-empresa, através da Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

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