O atacante Pedro Raul chegou em General Severiano no começo de 2020. As tratativas para trazer o jogador resultaram em um acordo onde o atleta garante o direito de receber 1,5 milhão de euros nesta temporada (cerca de R$ 9,6 milhões). As informações são do Globoesporte.com.

O montante foi assegurado em um item contratual que determina que se o jogador atuasse em 60% das partidas, o Glorioso teria que pagar 1,5 milhão de euros para contar com parte dos seus direitos econômicos. Automaticamente, haveria a prorrogação de seu contrato, que termina em dezembro de 2021, para as temporadas 2022 e 2023.
Contratado após negociações com o Vitória de Guimarães, clube português, o Botafogo abraçou um “contrato de risco”, segundo afirmação dada pelo Comitê Executivo à reportagem do Globoesporte.com. As tratativas concederam ao Bota parte dos direitos econômicos do atleta, determinando que clube pague três parcelas de 500 mil euros em junho de 2021, janeiro e junho de 2022.
O centroavante detinha 70% do próprio passe, os outros 30% são de posse do Vitória de Guimarães. Se o Botafogo não conseguir honrar com os pagamentos, o caminho a seguir é vender o jogador e não ter mais a obrigação dos pagamentos parcelados.
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Em março do ano passado, o clube foi sondado pelo Grêmio com uma proposta de R$ 10 milhões para o time gaúcho adquirir 50% dos direitos de Pedro Raul. A diretoria do time da Estrela Solitária negou abrir negociações, imaginando que futuramente, poderia fazer uma venda mais lucrativa.
O Botafogo contou com o atleta em 38 dos seus 50 jogos disputados em 2020, com 12 gols marcados. Segundo informações do Globoesporte.com, o Alvinegro estuda uma proposta feita por um clube do Japão, que gostaria de fazer um contrato por empréstimo. Entretanto, os valores oferecidos não são de interesse do Bota.