A Justiça do Distrito Federal revogou a liminar que havia interrompido os pagamentos do Banco de Brasília (BRB) ao Flamengo. O Rubro-Negro tem patrocínio do banco e renovou o contrato até março de 2026, no valor de R$ 42,6 milhões.
A paralisação dos repasses aconteceu porque o BRB é investigado por possível participação no esquema fraudulento ligado ao Banco Master. Segundo o UOL Esportes, quem indeferiu a petição inicial foi Luciana Correa Sette Torres de Oliveira, juíza da 7ª Vara Cível de Brasília.
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A suspensão havia sido aplicada por decisão da 6ª Vara da Fazenda Pública do DF. A sentença da 7ª Vara Cível, porém, afirmou que “não há indicação concreta e individualizada de vício específico de legalidade”.
Como ocorreu a decisão?
Veja trecho da sentença da juíza da 7ª Vara Cível de Brasília: “A narrativa inicial, embora extensa, concentra-se em sustentar a suposta inadequação econômica e baixa vantajosidade do contrato, à luz do contexto financeiro do banco e do alegado retorno publicitário”.

“Todavia, não há indicação concreta e individualizada, em juízo de delibação, de vício específico de legalidade, irregularidade formal ou desvio de finalidade objetivamente demonstrado no ato impugnado”.
Como foi o acordo com o Flamengo?
O acordo entre BRB e o Rubro-Negro foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do clube no fim de março. Nos novos termos, houve uma alteração na marca exibida no uniforme.
Em vez de BRB, agora a camisa vai trazer a marca “Nação BRB Fla”, que é uma empresa de cartão de crédito. A mudança foi pensada para reduzir o risco de exposição do time à marca BRB.






