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PC de Oliveira aponta equívoco de Matheus Candançan em Corinthians x Palmeiras: "Não tenho dúvida"

Ex-árbitro analisou o lance envolvendo Vitor Roque e Félix Torres, que gerou a defesa de Hugo Souza em pênalti cobrado por Raphael Veiga

PC de Oliveira aprovou o gol do Corinthians.
PC de Oliveira aprovou o gol do Corinthians.

Corinthians campeão do Paulistão:

O Corinthians segurou um 0 a 0 na Neo Química Arena e sagrou-se campeão do Paulistão após ter vencido o Palmeiras por 1 a 0 em plano Allianz Parque. Depois de 6 anos, a Fiel voltou a soltar o grito mais desejado: “É campeão!”

Após o apito final, em participação no “Troca de Passes”, do SporTV, PC de Oliveira analisou os lances polêmicos e apontou um equívoco de Matheus Candançan, explicando os motivos pelos quais a decisão tomada em campo deveria ter sido diferente.

Félix Torres expulso no pênalti?

“A falta é muita clara, a dúvida era em relação ao local da falta. Não tenho dúvida, pela natureza da falta, pela maneira como o Félix Torres entrou, você não tem que usar o critério de falta tática e diminuir a punição, iniciou o ex-árbitro.

“Tem que manter o cartão amarelo. Falta por trás, sem levar em conta o risco ao adversário. A maneira como ele entra, como se projeta, poderia ter machucado o Vitor Roque. Portanto, o amarelo deveria ter sido aplicado, não poderia ter rebaixado de só pênalti sem cartão, disse.

“O cartão amarelo deveria ter sido aplicado. Como o Félix Torres já tinha recebido o cartão amarelo, deveria ter sido expulso na marcação do pênalti, acrescentou, indo contra a decisão tomada em campo com auxílio do VAR na Neo Química Arena.

Matheus Candançan recebeu algumas críticas - Foto: Ettore Chiereguini/AGIF.

Matheus Candançan recebeu algumas críticas – Foto: Ettore Chiereguini/AGIF.

Mais explicações:

“Para mim, essa não é uma falta tática, não é uma falta leve. Não é a questão de ataque promissor. A questão não está na natureza da falta. Para mim, é uma falta dura, por trás, com impacto forte no adversário, iniciou, antes de completar:

“Como é uma entrada por trás, entre as pernas do Vitor Roque, para mim é uma entrada que vai para o campo da temeridade, que é quando o jogador não leva em conta o risco que pode causar para o adversário. Para mim, o árbitro tinha que ter esquecido o critério de falta tática, de falta leve, por mais que ele estivesse tentando disputar e tocar a bola, finalizou PC de Oliveira.