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Copa do Mundo

Copa do Mundo 2030: os 30 jogadores que Ancelotti pode observar no próximo ciclo

Confira a lista de jogadores promissores que podem ganhar oportunidades na Seleção no próximo ciclo de Copa do Mundo

Estêvão ficou de fora da Copa 2026 por lesão. Foto: Ruano Carneiro/Getty Images
© Getty ImagesEstêvão ficou de fora da Copa 2026 por lesão. Foto: Ruano Carneiro/Getty Images

Carlo Ancelotti ainda tem um longo caminho até a Copa do Mundo de 2030, mas o processo de observação da próxima geração brasileira já faz parte do planejamento da Seleção. Em um ciclo tão extenso, acompanhar a evolução dos principais talentos do país é tão importante quanto analisar o desempenho dos atletas que já fazem parte do elenco principal.

Mais do que projetar uma convocação com quatro anos de antecedência, o objetivo é identificar jogadores com potencial para amadurecer ao longo do período. Minutagem, crescimento técnico, regularidade e adaptação ao futebol de alto nível serão fatores decisivos para definir quem realmente chegará em condições de disputar espaço no próximo Mundial.

Esta lista reúne 30 nomes que merecem atenção até 2030. Entre atletas já consolidados na elite europeia, jovens que começam a ganhar sequência no profissional e promessas em desenvolvimento, o levantamento destaca jogadores que podem se transformar em peças importantes para o futuro da Seleção Brasileira.

30) Estêvão

Estêvão. Foto: Alex Pantling/Getty Images

Estêvão. Foto: Alex Pantling/Getty Images

Estêvão é o nome que melhor simboliza o teto mais alto desta geração. O atacante chegou ao Chelsea na última janela de transferências do verão europeu e rapidamente correspondeu à expectativa em torno de seu futebol. Já soma dezenas de partidas pelo clube inglês e começou a transformar talento em rendimento em um dos ambientes mais competitivos do futebol mundial.

Estêvão foi apenas o terceiro adolescente, depois de Erling Haaland e Kylian Mbappé, a marcar em suas três primeiras partidas como titular na Champions League. Dono de grande capacidade no um contra um, criatividade e personalidade para decidir jogos, ele desponta como um dos principais candidatos a liderar a nova geração da Seleção Brasileira até a Copa de 2030.

29) Andrey Santos

Andrey Santos. Foto: Shaun Botterill/Getty Images

Andrey Santos. Foto: Shaun Botterill/Getty Images

Andrey Santos aparece entre os jogadores que oferecem uma combinação de juventude, maturidade e experiência em alto nível. Depois de ganhar espaço no Chelsea e participar da campanha do título da Copa do Mundo de Clubes, o volante foi negociado com o Manchester United, dando mais um passo importante na carreira. A mudança reforça a confiança que grandes clubes europeus depositam em seu potencial.

Dentro de campo, Andrey reúne características muito valorizadas para a posição. Tem boa leitura defensiva, intensidade na marcação, qualidade na saída de bola e costuma aparecer bem na área adversária. Ainda muito jovem, acumula experiências em diferentes contextos competitivos e surge como um dos volantes brasileiros mais promissores para o ciclo comandado por Carlo Ancelotti.

28) Pedro Lima

Pedro Lima. Foto: Carl Recine/Getty Images

Pedro Lima. Foto: Carl Recine/Getty Images

Pedro Lima ganha espaço no radar por dois motivos muito claros: a posição e o contexto de desenvolvimento. O lateral-direito chegou ao Wolverhampton logo após completar 18 anos, em uma negociação que demonstrou a confiança do clube inglês em seu potencial. Desde então, vem passando por um processo de adaptação ao futebol europeu.

A lateral direita continua sendo uma das posições que mais despertam atenção pensando no futuro da Seleção Brasileira. Por isso, qualquer jovem que consiga ganhar experiência internacional cedo entra no campo de observação da comissão técnica. Com velocidade, força física e boa participação ofensiva, Pedro Lima reúne características que podem fazê-lo crescer bastante até o Mundial de 2030.

27) Endrick

Endrick. Foto: Angel Martinez/Getty Images

Endrick. Foto: Angel Martinez/Getty Images

Endrick é um dos nomes mais conhecidos desta geração e, por isso mesmo, seu acompanhamento se tornou praticamente obrigatório. O atacante do Real Madrid já convive com alguns dos melhores jogadores do mundo e segue acumulando experiência em um ambiente de enorme pressão, algo que poucos brasileiros conseguem alcançar.

O desafio para os próximos anos será transformar todo esse potencial em regularidade. Forte fisicamente, explosivo e dono de um faro de gol acima da média, Endrick reúne atributos para ser protagonista da Seleção Brasileira no futuro. Até 2030, a expectativa é que evolua não apenas tecnicamente, mas também em leitura de jogo e tomada de decisão, consolidando-se como uma referência ofensiva.

26) João Gomes

João Gomes. Foto: Naomi Baker/Getty Images

João Gomes. Foto: Naomi Baker/Getty Images

João Gomes merece atenção especial pela combinação entre estágio competitivo e importância da posição que ocupa. Titular do Wolverhampton nas últimas temporadas, o volante se consolidou na Premier League graças à intensidade na marcação, capacidade de recuperação de bola e disposição para sustentar um ritmo elevado durante os 90 minutos.

Além da entrega sem a bola, João também evoluiu na construção das jogadas e no entendimento tático do jogo. Aos 25 anos, ainda tem margem para crescer e pode atingir o auge justamente durante o ciclo até a Copa de 2030. Em uma posição que costuma exigir maturidade e experiência, ele reúne características que justificam acompanhamento constante por parte da comissão técnica da Seleção Brasileira.

25) Lucas Beraldo

Lucas Beraldo. Foto: Luke Hales/Getty Images

Lucas Beraldo. Foto: Luke Hales/Getty Images

Lucas Beraldo aparece como um dos zagueiros jovens mais interessantes deste ciclo por já estar inserido em um ambiente de máxima exigência. No Paris Saint-Germain, convive com pressão por títulos, disputa competições de alto nível e enfrenta alguns dos melhores atacantes do futebol europeu, fatores que aceleram o desenvolvimento de qualquer defensor.

Os números ajudam a explicar por que ele merece atenção. Beraldo já acumula boa sequência de jogos como titular, demonstra segurança na saída de bola e apresenta maturidade incomum para a idade. Canhoto, com boa leitura defensiva e qualidade na construção das jogadas, reúne características cada vez mais valorizadas no futebol moderno e pode se firmar como um dos pilares da defesa brasileira nos próximos anos.

24) Vitor Roque

Vitor Roque. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Vitor Roque. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Vitor Roque segue como um dos atacantes mais interessantes da nova geração brasileira. Depois de uma passagem sem grande sequência pelo futebol europeu, retornou ao Brasil para defender o Palmeiras e rapidamente voltou a mostrar o futebol que o transformou em uma das maiores promessas do país. O reencontro com a confiança também refletiu no desempenho dentro de campo.

A boa média de gols nas últimas temporadas reforça que o atacante voltou a viver um momento de crescimento. Forte fisicamente, agressivo na pressão e eficiente dentro da área, Vitor Roque ainda tem idade para evoluir em diversos aspectos do jogo. Se mantiver a regularidade apresentada recentemente, seguirá como um nome importante no acompanhamento de Carlo Ancelotti até a Copa de 2030.

23) Breno Bidon

Breno Bidon. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Breno Bidon. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Breno Bidon entra nesta lista pelo potencial que demonstra desde as categorias de base do Corinthians. O meio-campista começou a ganhar espaço no elenco principal ainda muito jovem e rapidamente chamou atenção pela maturidade com que atua, especialmente na organização do jogo e na qualidade dos passes.

Por atuar em uma posição estratégica, sua evolução será acompanhada com atenção durante todo o ciclo. Bidon combina boa visão de jogo, inteligência para ocupar espaços e capacidade de participar tanto da construção ofensiva quanto da recomposição defensiva. Ainda em processo de desenvolvimento, pode crescer bastante conforme acumular experiência em competições nacionais e internacionais.

22) Gabriel Mec

Gabriel Mec. Foto: Pedro H. Tesch/Getty Images

Gabriel Mec. Foto: Pedro H. Tesch/Getty Images

Gabriel Mec representa a parcela mais jovem desta lista, mas já desperta enorme expectativa no futebol brasileiro. Revelado pelo Grêmio, o atacante é considerado uma das principais promessas recentes do clube gaúcho e vem sendo observado de perto desde as categorias de base por causa da qualidade técnica e da facilidade para criar jogadas.

Naturalmente, seu desenvolvimento exige paciência. O salto para o futebol profissional costuma ser decisivo para jovens com esse perfil, e a evolução física e tática será tão importante quanto o talento com a bola nos pés. Se conseguir transformar o potencial em rendimento nos próximos anos, Gabriel Mec poderá ganhar espaço entre os nomes observados para a renovação da Seleção Brasileira.

21) André

André. Foto: Richard Pelham/Getty Images

André. Foto: Richard Pelham/Getty Images

Revelado pelo Fluminense, André já deixou de ser apenas uma promessa para se tornar um volante consolidado no futebol europeu. Aos 24 anos, assumiu rapidamente a condição de titular do Wolverhampton e mostrou que consegue manter alto nível de desempenho mesmo atuando na Premier League, considerada uma das ligas mais competitivas do mundo.

Com ótima leitura de jogo, qualidade na saída de bola e eficiência na proteção da defesa, André reúne características cada vez mais valorizadas entre os volantes modernos. Caso mantenha a evolução e dê um novo salto na carreira, poderá chegar muito fortalecido ao período que antecede a Copa de 2030.

20) Victor Gabriel

Victor Gabriel. Foto: Maxi Franzoi/AGIF

Victor Gabriel. Foto: Maxi Franzoi/AGIF

Victor Gabriel surge como um dos zagueiros brasileiros mais promissores da nova geração por já apresentar sequência consistente no futebol profissional. No Internacional, conquistou espaço em um setor que exige maturidade e personalidade, acumulando minutos importantes tanto no Campeonato Brasileiro quanto em competições continentais.

Os números reforçam essa evolução. Além da boa quantidade de partidas como titular, Victor Gabriel demonstra segurança nos duelos individuais, força no jogo aéreo e boa capacidade para iniciar as jogadas desde a defesa. Ainda em fase de desenvolvimento, reúne características que podem fazê-lo disputar espaço na Seleção Brasileira ao longo do ciclo até a Copa do Mundo de 2030.

19) Marlon Gomes

Marlon Gomes. Foto: Timothy Rogers/Getty Images

Marlon Gomes. Foto: Timothy Rogers/Getty Images

Marlon Gomes é um meio-campista que alia talento, versatilidade e boa capacidade física. Revelado pelo Vasco, chamou atenção desde cedo pela facilidade para atuar em diferentes funções do meio-campo e, após a transferência para o Shakhtar Donetsk, passou a ganhar experiência no futebol europeu, enfrentando competições de nível internacional.

Mesmo convivendo com oscilações naturais da idade, o brasileiro demonstra evolução. Tem qualidade para conduzir a bola, chegar ao ataque e participar da construção das jogadas, além de apresentar intensidade na marcação. Aos 22 anos, ainda possui ampla margem de crescimento e pode se transformar em uma opção importante para Carlo Ancelotti durante o próximo ciclo da Seleção.

18) Ryan Francisco

Ryan Francisco. Foto: Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Ryan Francisco. Foto: Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Ryan Francisco pode ser considerado um dos centroavantes mais promissores do futebol brasileiro. Formado nas categorias de base do São Paulo, o atacante ganhou destaque pelo faro de gol e pela facilidade para decidir partidas, chamando atenção ainda antes de receber oportunidades mais frequentes no elenco principal.

Como acontece com praticamente todos os atacantes dessa faixa etária, o processo de amadurecimento exige tempo. Evolução física, adaptação ao ritmo profissional e sequência de jogos serão fundamentais para medir seu verdadeiro potencial. Se conseguir confirmar a expectativa criada em torno do seu nome, Ryan poderá se tornar mais uma alternativa interessante para a renovação ofensiva da Seleção Brasileira.

17) Murillo

Murillo. Foto: Nathan Stirk/Getty Images

Murillo. Foto: Nathan Stirk/Getty Images

Murillo já deixou de ser apenas uma promessa para se consolidar entre os zagueiros brasileiros de maior destaque na Europa. Desde que chegou ao Nottingham Forest, conquistou rapidamente a titularidade e passou a ser um dos principais nomes da equipe, chamando atenção pela regularidade apresentada na Premier League.

Além da força nos duelos defensivos, Murillo se destaca pela tranquilidade com a bola nos pés e pela qualidade na saída de jogo, características cada vez mais valorizadas no futebol moderno. Ainda jovem para a posição, tem tudo para atingir seu auge justamente durante o ciclo que levará à Copa de 2030, tornando-se um candidato forte a integrar a defesa da Seleção.

16) Wesley França

Wesley França. Foto: Paolo Bruno/Getty Images

Wesley França. Foto: Paolo Bruno/Getty Images

Wesley França aparece entre os laterais-direitos que mais despertam interesse pensando no futuro da Seleção Brasileira. Depois de se destacar no Flamengo, foi negociado com a Roma, onde passou a viver o desafio de se adaptar ao futebol italiano, conhecido pela forte exigência tática e pela valorização do sistema defensivo.

A transferência representa um passo importante em sua formação. Wesley combina velocidade, intensidade e capacidade de apoiar o ataque, sem deixar de evoluir nos aspectos defensivos. Em uma posição que ainda busca maior estabilidade na Seleção, o jovem lateral reúne atributos que justificam acompanhamento constante ao longo dos próximos anos.

15) Rayan

Rayan. Foto: Ryan Pierse/Getty Images

Rayan. Foto: Ryan Pierse/Getty Images

Rayan aparece como um atacante que reúne características muito valorizadas no futebol atual. Revelado pelo Vasco, chamou atenção ainda muito jovem pela velocidade, força física e capacidade de atacar espaços, qualidades que despertaram o interesse do Bournemouth, da Inglaterra, onde passou a dar sequência ao processo de desenvolvimento no futebol europeu.

A experiência na Premier League tende a acelerar sua evolução técnica e tática nos próximos anos. Capaz de atuar pelos lados ou mais centralizado no ataque, Rayan oferece versatilidade e intensidade, além de ser um jogador que costuma levar vantagem nos duelos individuais. Se mantiver uma trajetória de crescimento, tem boas condições de disputar espaço na Seleção Brasileira durante o ciclo até a Copa de 2030.

14) Robert Renan

Robert Renan. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Robert Renan. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Robert Renan entra no radar principalmente pelo perfil moderno que apresenta como zagueiro. Revelado pelo Corinthians e com passagem pelo futebol europeu antes de chegar ao Vasco, o defensor chama atenção pela qualidade na saída de bola, tranquilidade sob pressão e capacidade para iniciar as jogadas desde o campo defensivo.

Além da técnica, Robert também possui boa imposição física e leitura de jogo, atributos importantes para um defensor de alto nível. Ainda em fase de amadurecimento, precisa ganhar regularidade e sequência de atuações, mas continua sendo um dos nomes mais interessantes da posição entre os brasileiros que podem crescer ao longo deste ciclo da Seleção.

13) Igor Jesus

Igor Jesus. Foto: Stu Forster/Getty Images

Igor Jesus. Foto: Stu Forster/Getty Images

Igor Jesus ganhou projeção nacional pelas atuações consistentes antes de seguir para o futebol inglês. No Nottingham Forest, o atacante passou a enfrentar um ambiente ainda mais competitivo e segue aprimorando características que fazem dele um centroavante bastante útil para qualquer modelo de jogo.

Sua principal virtude vai além dos gols. Igor participa da construção ofensiva, pressiona a saída de bola adversária e oferece grande entrega sem a posse. Forte fisicamente e eficiente nas disputas aéreas, reúne um conjunto de qualidades que pode ampliar as opções ofensivas da Seleção Brasileira caso mantenha a evolução nos próximos anos.

12) Gabriel Moscardo

Gabriel Moscardo. Foto: Ricardo Moreira/Getty Images

Gabriel Moscardo. Foto: Ricardo Moreira/Getty Images

Gabriel Moscardo continua sendo um dos volantes brasileiros mais promissores da nova geração. Revelado pelo Corinthians e contratado pelo Paris Saint-Germain, passou a ganhar experiência internacional durante o empréstimo ao Espanyol, etapa considerada importante para acelerar seu desenvolvimento antes de disputar espaço no elenco francês.

O volante se destaca pela inteligência tática, posicionamento e qualidade na distribuição das jogadas. Mesmo jovem, demonstra maturidade para controlar o ritmo do meio-campo e proteger o sistema defensivo. Se conseguir manter uma sequência de partidas em alto nível, poderá chegar muito fortalecido ao período que antecede a Copa do Mundo de 2030.

11) Lucas Ronier

Lucas Ronier. Foto: Hedeson Alves/AGIF

Lucas Ronier. Foto: Hedeson Alves/AGIF

Lucas Ronier aparece entre os atacantes brasileiros que mais evoluíram recentemente. No Coritiba, ganhou protagonismo pelas boas atuações, chamando atenção pela capacidade de desequilibrar no um contra um, pela velocidade e pela facilidade para criar oportunidades de gol.

Ainda em processo de afirmação no futebol profissional, Ronier tem margem importante para crescer nos aspectos físico e tático. A continuidade da evolução será determinante para medir seu verdadeiro potencial, mas o talento demonstrado até aqui justifica sua presença entre os jogadores que Carlo Ancelotti deve acompanhar durante o ciclo da Seleção Brasileira até 2030.

10) Allan

Allan. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Allan. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Allan aparece como um meio-campista de perfil moderno, capaz de desempenhar diferentes funções no setor central do campo. Revelado pelo Palmeiras, ganhou espaço no elenco principal graças à intensidade, à qualidade técnica e à facilidade para participar tanto da construção das jogadas quanto da marcação, características cada vez mais valorizadas no futebol atual.

Ainda jovem, Allan segue em processo de amadurecimento e deve ganhar ainda mais protagonismo conforme acumular experiência em partidas decisivas. A capacidade de atuar em diferentes sistemas táticos aumenta seu valor para qualquer comissão técnica, tornando-o um nome que merece acompanhamento durante o ciclo da Seleção Brasileira até a Copa de 2030.

9) Luiz Guilherme

Luiz Guilherme. Foto: Martin Ole Wold/Getty Images

Luiz Guilherme. Foto: Martin Ole Wold/Getty Images

Luiz Guilherme continua sendo um dos pontas brasileiros de maior potencial técnico da nova geração. Depois de deixar o Palmeiras para atuar no futebol europeu, passou a defender o Sporting, onde busca ganhar sequência e acelerar seu desenvolvimento em um ambiente competitivo e tradicional na formação de jovens talentos.

Canhoto, habilidoso e muito forte no drible, Luiz Guilherme também se destaca pela velocidade e pela capacidade de criar situações de desequilíbrio pelos lados do campo. O próximo passo será transformar esse talento em regularidade no futebol profissional, fator que pode colocá-lo cada vez mais próximo do radar da Seleção Brasileira.

8) Viery Fernandes

Viery Fernandes. Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Viery Fernandes. Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Viery Fernandes surge como um zagueiro de características bastante valorizadas no futebol moderno. Revelado pelo Grêmio e atualmente na Fiorentina, o defensor alia boa imposição física à qualidade com a bola nos pés, perfil que se tornou praticamente indispensável para equipes que priorizam a construção das jogadas desde o setor defensivo.

A experiência no futebol italiano representa uma oportunidade importante para sua evolução, principalmente no aspecto tático. Ainda jovem, Viery tem tempo para desenvolver maior consistência e ganhar rodagem em alto nível, credenciais que podem fazê-lo disputar espaço entre os defensores observados por Carlo Ancelotti até o Mundial de 2030.

7) Igor Paixão

Igor Paixão. Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

Igor Paixão. Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

Igor Paixão construiu sua carreira de forma gradual até alcançar o futebol europeu. Revelado pelo Coritiba, destacou-se inicialmente no Feyenoord antes de ser contratado pelo Olympique de Marselha, consolidando-se como um atacante capaz de atuar em alto nível nas principais competições do continente.

Sua principal característica é a capacidade de romper linhas defensivas com velocidade e dribles em velocidade. Além disso, evoluiu na tomada de decisão e na participação coletiva, tornando-se um jogador mais completo. Vivendo um dos melhores momentos da carreira, Igor Paixão pode aparecer como uma alternativa interessante para renovar o setor ofensivo da Seleção Brasileira.

6) Kauã Elias

Kauã Elias. Foto: Mateusz Slodkowski/Getty Images

Kauã Elias. Foto: Mateusz Slodkowski/Getty Images

Kauã Elias representa um perfil de centroavante que continua sendo extremamente útil no futebol moderno. Revelado pelo Fluminense e negociado com o Shakhtar Donetsk, o atacante alia presença de área, mobilidade e capacidade para participar da construção das jogadas, características que ampliam suas possibilidades dentro de diferentes modelos de jogo.

A transferência para o futebol europeu tende a acelerar seu desenvolvimento técnico e tático. Ainda em fase de formação, Kauã terá a oportunidade de enfrentar competições mais exigentes e ampliar sua bagagem internacional. Caso mantenha a evolução apresentada desde as categorias de base, pode se consolidar como uma opção importante para a renovação ofensiva da Seleção Brasileira visando a Copa de 2030.

5) Jhon Jhon

Jhon Jhon. Foto: Anderson Romão/AGIF

Jhon Jhon. Foto: Anderson Romão/AGIF

Jhon Jhon sempre foi tratado como um dos jogadores mais talentosos de sua geração nas categorias de base do Palmeiras. Depois de ganhar espaço entre os profissionais, mostrou personalidade e qualidade técnica também no RB Bragantino, onde viveu o melhor momento da carreira antes de ser negociado com o Zenit, da Rússia, dando sequência ao processo de consolidação no futebol europeu.

Versátil, pode atuar como meia-atacante, segundo volante ou pelos lados do campo, oferecendo diferentes alternativas para qualquer treinador. A visão de jogo, o passe refinado e a facilidade para encontrar espaços entre as linhas fazem dele um atleta de características cada vez mais valorizadas. Aos 23 anos, ainda tem margem importante de evolução e reúne credenciais para permanecer no radar da Seleção Brasileira.

4) William Gomes

William Gomes. Foto: Octavio Passos/Getty Images

William Gomes. Foto: Octavio Passos/Getty Images

William Gomes despontou nas categorias de base do São Paulo como um dos atacantes mais criativos da sua geração. Canhoto, dono de excelente técnica e de um chute potente de média distância, chamou atenção pela capacidade de decidir partidas em lances individuais antes de seguir para o Porto, onde busca amadurecer em um ambiente de alta competitividade.

Além da qualidade técnica, William se destaca pela imprevisibilidade no um contra um e pela facilidade para atuar em diferentes posições do ataque. O futebol português costuma servir como importante etapa de desenvolvimento para jovens brasileiros, e a expectativa é que ele ganhe cada vez mais consistência. Se confirmar o potencial demonstrado desde cedo, poderá entrar definitivamente na disputa por uma vaga na Seleção até 2030.

3) Kaio Jorge

Kaio Jorge. Foto: Pedro Vilela/Getty Images

Kaio Jorge. Foto: Pedro Vilela/Getty Images

Kaio Jorge conhece bem os desafios de uma carreira construída entre expectativa, dificuldades e recuperação. Revelado pelo Santos, foi negociado ainda muito jovem com a Juventus, mas uma grave lesão interrompeu sua evolução justamente quando buscava espaço no futebol italiano. O retorno ao Brasil representou um recomeço, e o atacante voltou a encontrar seu melhor futebol defendendo o Cruzeiro.

A excelente fase vivida na Raposa recolocou seu nome entre os principais centroavantes brasileiros. Com boa movimentação, inteligência para atacar espaços e grande capacidade de finalização, Kaio Jorge chega aos 24 anos vivendo um momento de maturidade. Se mantiver o alto nível apresentado nas últimas temporadas, será um candidato a disputar espaço na Seleção Brasileira durante o ciclo até a Copa do Mundo de 2030.

2) Ângelo Gabriel

Ângelo Gabriel. Foto: Abdullah Ahmed/Getty Images

Ângelo Gabriel. Foto: Abdullah Ahmed/Getty Images

Ângelo Gabriel continua sendo um dos pontas brasileiros de maior talento surgidos nos últimos anos. Revelado pelo Santos ainda na adolescência, construiu sua carreira apoiado na velocidade, no drible e na capacidade de desequilibrar em jogadas individuais. Atualmente no Al-Nassr, segue acumulando experiência enquanto busca manter o processo de evolução.

O atacante oferece características que costumam fazer diferença no futebol internacional, principalmente pela facilidade para atacar espaços e criar superioridade numérica pelos lados do campo. Ainda jovem, tem tempo para amadurecer seu jogo e aumentar sua regularidade. Caso consiga dar esse salto de desempenho, poderá se tornar uma alternativa importante para Carlo Ancelotti no novo ciclo da Seleção.

1) Marcos Leonardo

Marcos Leonardo. Foto: Abdullah Ahmed/Getty Images

Marcos Leonardo. Foto: Abdullah Ahmed/Getty Images

Marcos Leonardo fecha esta lista como um dos atacantes brasileiros que mais demonstraram regularidade desde o início da carreira. Artilheiro desde as categorias de base do Santos, confirmou o faro de gol no time profissional, manteve o bom desempenho durante a passagem pelo Benfica e continuou balançando as redes após a transferência para o Al-Hilal, da Arábia Saudita.

Mesmo atuando fora do futebol europeu, Marcos Leonardo segue sendo acompanhado por causa da capacidade de finalização e da inteligência para se posicionar dentro da área. Aos 23 anos, ainda vive um período de crescimento e não seria surpresa vê-lo retornar à Europa nos próximos anos. Se isso acontecer e a sequência de gols continuar, será um dos principais nomes observados pela Seleção Brasileira visando a Copa de 2030.

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