Mesmo após o fim da Copa do Mundo, Alisson continua sendo tratado como uma das principais referências da Seleção Brasileira. A tendência é que o goleiro do Liverpool permaneça no grupo para o início do novo ciclo e seja convocado para os amistosos de setembro.
Internamente, a comissão técnica mantém total confiança no camisa 1, que segue sendo visto como um líder dentro do elenco. Diferentemente de Ederson e Weverton, que não devem fazer parte das primeiras convocações do novo ciclo, Alisson continua prestigiado e larga na frente na disputa pela titularidade.
Além do histórico pela Seleção, pesa a favor do goleiro a expectativa de mais uma temporada como titular do Liverpool. Com contrato por mais um ano, Alisson deve seguir defendendo a equipe inglesa regularmente, fator considerado importante pela comissão técnica.
Experiência conta a favor
A avaliação interna é de que a experiência de Alisson será importante durante o processo de renovação da Seleção Brasileira. O goleiro é visto como um dos líderes capazes de ajudar na transição entre a geração que disputou a última Copa do Mundo e os novos nomes que começam a surgir.
Por isso, a permanência no grupo não significa apenas a manutenção de um titular, mas também de um atleta com papel relevante nos bastidores e no ambiente da equipe.
Ao mesmo tempo, a comissão pretende observar goleiros mais jovens ao longo do ciclo, preparando gradualmente a sucessão na posição.
Copa de 2030 segue no horizonte
O principal objetivo de Alisson é permanecer em alto nível para seguir brigando por espaço até a Copa do Mundo de 2030. Caso mantenha o rendimento no Liverpool e na Seleção, o goleiro poderá disputar o Mundial aos 37 anos.
Outra possibilidade considerada é que ele participe da transição para um novo titular, transmitindo experiência e liderança durante o processo de renovação. De qualquer forma, neste início de ciclo, Alisson segue como um dos nomes de maior confiança da comissão técnica da Seleção Brasileira.





