A Seleção Brasileira é o sonho de atletas e treinadores que fariam o possível para conquistar seu espaço na equipe. Mas Mano Menezes, treinador da equipe canarinho entre 2010 e 2012, parece ver mérito em outros técnicos para a função de próximo comandante da Seleção, já Tite deve deixar o cargo vago após a Copa do Mundo. Mano atualmente vive uma grande fase no comando do Internacional que atualmente é vice-líder do Brasileirão.
Apesar do bom momento na carreira, durante o programa Bem, Amigos, do Sportv, ao ser questionado sobre a possibilidade de um convite para comandar a Seleção Brasileira, Mano foi honesto e afirmou que as conquistas recentes credenciam outros treinadores para substituir Tite.
“Eu acho um assunto muito difícil de falar. O Brasil está muito perto de disputar uma Copa do Mundo. O que eu penso é o seguinte. O lastro de um técnico é dado pelas conquistas recentes. Eu penso que existem profissionais mais recentes que merecem ser cogitados. O Cuca tem conquistas mais recentes, o Abel Ferreira tem conquistas recentes, se o Dorival vencer as copas ele teria conquistas mais recentes”.
��⚠️ Tite vai deixar a Seleção Brasileira após o término da Copa do Mundo do Catar.
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Mano ainda citou a forma como Tite chegou a Seleção Brasileira como um dos motivos que o sustentaram como treinador do Brasil por tanto tempo. “O Tite entrou na Seleção com todos os níveis de aprovação possíveis. Se fosse um outro técnico que passasse pelo que ele passou ficaria no cargo? Tenho minhas dúvidas”, comentou o técnico do Inter.
Mano Menezes diz que técnicos com conquistas mais recentes estão à frente da disputa para assumir a seleção brasileira.
O comandante do Inter cita Cuca e Abel Ferreira e aponta que Dorival Júnior também pode entrar no páreo #BemAmigos #ge pic.twitter.com/0I5cLLYLAU
— ge (@geglobo) October 18, 2022
Apesar de colocar outros nomes a sua frente na fila por uma oportunidade na Seleção Brasileira, o técnico voltou a ser questionado se aceitaria caso recebesse um convite da CBF para assumir o comando da equipe nacional e o treinador explicou qual seria seu posicionamento. “Se viesse um convite eu falaria o que eu falei aqui. Iria perguntar se já olharam para os outros, iria perguntar a razão de eu ser o melhor para o cargo. Se as pessoas estão me chamando por motivos que eu não concordo, a chance de dar errado é maior. Mas não é o momento em que eu tenho que pensar nisso. Pretendo dar continuidade no Internacional”, declarou.





