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Seleção Brasileira

“Não dá para entender”; Após duelo da Seleção Brasileira com a Tunísia, Neymar revela preocupação com possível perseguição da arbitragem

Neymar recebeu amarelo após chegar forte em cima de Dylan Bronn

Foto: Lucas Figueiredo/CBF | Neymar
Foto: Lucas Figueiredo/CBF | Neymar

A Seleção Brasileira levou a melhor e goleou a Tunísia por 5 a 1, em um jogo pegado, com entradas duras por parte dos tunisianos, que em algumas situações abusaram da força. Diga-se de passagem, na reta final do primeiro tempo Dylan Bronn cometeu uma falta dura em cima de Neymar e acabou expulso, deixando a Tunísia com um jogador a menos.

Porém, se nessa jogada específica a Tunísia recebeu uma punição a altura, para Neymar faltou critério a arbitragem em algumas situações e demonstrou preocupação com uma suposta perseguição dos árbitros. “Me preocupa. Para ser sincero, me preocupa. Eu até conversei um pouquinho com o Tite e falei. Fiz uma falta hoje, na primeira minha, já vem o amarelo. Sofri uma no segundo tempo, puxando contra-ataque. Ele me derruba, me agarra e nada de amarelo. São coisas que um bom senso às vezes para o meu lado nunca tem. É complicado, às vezes você faz uma falta… eu fiz a falta sem querer, pisei sim no pé dele. Até parei na hora e levantei a mão falando que pisei. E já tomo amarelo. São coisas que não dá para entender”, declarou.

O camisa 10 da Seleção Brasileira é alvo das faltas e provocações por parte dos adversários, e não foi diferente contra a Tunísia. Para o atacante os jogadores tunisianos acabaram se empolgando com a torcida. “Começou a Copa do Mundo (risos). O primeiro jogo da Copa foi hoje eu acho. Os jogadores da Tunísia acabaram se empolgando um pouquinho mais com a torcida, que estava insana. Fizeram uma grande festa. Mas exageraram um pouquinho na força. Mas nosso time teve a cabeça boa, jogamos futebol e conseguimos vencer o jogo”, avaliou o jogador.

Considerado por alguns como “pavio curto”, Neymar vai direto ao ser questionado se estava preparado psicologicamente para as provocações dos adversários na Copa do Mundo. “A gente não é a mais criança. Apesar dos jovens que tem no nosso time, são jogadores de time grande. Acho que esse teste psicológico a gente trabalha faz tempo”, declarou o jogador.

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