Nesta quarta-feira (13), a torcida do São Paulo foi pega de surpresa com a demissão do técnico Hernán Crespo, que finaliza um trabalho de cerca de oito meses no clube, tendo um título paulista na bagagem. Pelo Tricolor, o argentino comandou o time em 57 jogos, com 24 vitórias, 21 empates e 12 derrotas, e 54,4% de aproveitamento. Veja abaixo cinco nomes que estão livres no mercado.

1. Rogério Ceni

Maior ídolo da história do São Paulo, Ceni está sem clube desde julho deste ano, quando deixou o Flamengo após cerca de oito meses. Depois de 25 anos como goleiro, a passagem como treinador do Tricolor foi mais curta: apenas seis meses, entre janeiro e julho de 2017. Em Fortaleza e Flamengo, acumulou três títulos Estaduais, uma Copa do Nordeste, uma Série B, uma Supercopa do Brasil e um Campeonato Brasileiro.

 

2. Mano Menezes

Demitido do Al-Nassr, da Arábia Saudita, depois de cinco meses, Mano não acumula bons trabalhos recentes no futebol brasileiro. Em 2019, ele passou pelo Palmeiras, e foi demitido após perder por 3 a 1 para o Flamengo dentro de casa. No Bahia, em 2020, Mano teve cerca de 36% de aproveitamento em 24 jogos, deixando o clube na 17ª posição no Campeonato Brasileiro.

 

3. Roger Machado

Com uma carreira de poucos títulos, Roger acumula insucessos em clubes importantes do futebol brasileiro, com passagens de altos e baixos. A mais recente foi pelo Fluminense, neste ano. Ele foi demitido após ser eliminado da Libertadores para o Barcelona de Guayaquil, com o time na 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

 

4. Luiz Felipe Scolari

Campeão do mundo em 2002 e com passagens pelo Chelsea e pela seleção portuguesa, Felipão vive altos e baixos desde 2010, quando retornou ao Palmeiras pela primeira vez. Desde então, ele acumula títulos da Copa do Brasil e do Brasileirão com o Verdão, e insucessos como os 7 a 1 diante da Alemanha e a campanha fraca comandando o Grêmio neste Campeonato Brasileiro.

 

5. Lisca

Conhecido como “Lisca Doido”, ele fez sucesso em clubes de menor investimento, como Náutico, Ceará e América-MG. As passagens por clubes grandes, porém, não foram boas. Em 2016, Lisca foi contratado para salvar o Internacional, e não foi capaz, embora restassem apenas três jogos para o fim da competição. Neste ano, comandando o Vasco, ele deixou o clube na nona posição, com cerca de 36% de aproveitamento.