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São Paulo

"Muitos falando em golpe"; Casares quebra o silêncio sobre retorno da reeleição no São Paulo

Atual presidente foi questionado sobre o tema e deixou bem claro o que vem sendo debatido nos bastidores do Tricolor

Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC - Casares trouxe detalhes sobre o assunto.
Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC - Casares trouxe detalhes sobre o assunto.

O São Paulo vem movimentando o mercado de transferências depois de deixar a desejar no Campeonato Brasileiro, escapando da possibilidade de rebaixamento apenas na 37ª rodada e ficando de fora da próxima edição da Copa Libertadores da América. A equipe comandada por Rogério Ceni acabou expondo a necessidade de ajustes, que serão necessários para um 2022 mais tranquilo.

Fora da questão envolvendo apenas jogadores e a janela em busca de reforços, a diretoria também trabalha arduamente em assuntos que são considerados importantes.O presidente do Tricolor, Julio Casares,na última segunda-feira (20), fez uma avaliação das mudanças aprovadas no estatuto do clube, que devem causar impactos.

Em entrevista ao canalArnaldo e Tironi, o mandatário defendeu a reforma e comentou sobre o retorno da possibilidade de reeleição: “Nós respeitamos as iniciativas de uma reforma que já estava sendo discutida, mas também entendemos que, das 24 propostas apresentadas democraticamente, com debate e voto, mesmo com muitos falando em golpe, algumas trazem benefício ao São Paulo. Sobre o tema da reeleição, a maioria dos clubes hoje tem essa condição, que nada mais é que a avaliação de uma eventual candidatura do mandatário. Isso vai ser colocado aos eleitores para uma avaliação, declarou.

Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC - Casares foi questionado sobre reeleição.
Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC – Casares foi questionado sobre reeleição.

“Isso também não significa que estamos pensando na questão política da instituição. Meu esforço diário é na questão da gestão. Além disso, quando se chega a um ano e meio de gestão, começa-se uma campanha que traz instabilidade a um clube que precisa de estabilidade. Três anos de mandato é muito pouco tempo para se estruturar de forma serena, equilibrada e com estabilidade, acrescentou, evitando falar sepretende ser um dos candidatos à reeleição no futuro, destacando queestá focado na continuidade da gestão atual.

“Meu objetivo é diariamente pensar na gestão. Se lá na frente, meu nome for discutido e a minha gestão for muito bem avaliada, pode ser que eu seja candidato. Não estou preocupado com isso, não estou trabalhando na questão do estatuto, mas defendo os princípios e as minhas convicções. Então a reeleição acho que é correta, uma eventual candidatura será avaliada, mas posso ser ou não. E se não for candidato, serei eleitor”, concluiu Casares.

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