Os bastidores do mercado da bola no futebol brasileiro seguem agitados em meio à reta final dos estaduais, disputa das primeiras fases da Copa do Brasil e expectativa pela abertura do Campeonato Brasileiro, em meados de abril. Nos últimos dias, uma possível troca entre os rivais São Paulo e Santos, envolvendo dois meio-campistas, ganhou os holofotes.
Segundo a especulação, o clube da Vila Belmiro teria interesse nos volantes Luan, que voltou a atuar pelo Tricolor neste meio de semana,e Tchê Tchê, atualmente cedido ao Atlético-MG. Nesta quinta-feira (17), o presidente do São Paulo, Julio Casares, em entrevista ao site “Globoesporte.com”, se manifestou pela primeira vez sobre o tema e descartou a possibilidade de trocar jogadores.
“Em nenhum momento quisemos a troca. Nossos jogadores da base não vão participar de uma troca pautada por redes sociais. Luan e outros meninos estão trazendo ao São Paulo situações importantes. O São Paulo tem um planejamento esportivo estratégico e vai seguir. Não há nenhuma chance de trocarmos garotos da base. Isso não existe. Estou desmentindo qualquer informação nesse sentido“, afirmou.

Recuperado, Luan está nos planos do Tricolor para a sequência da temporada, ao contrário de Tchê Tchê. De acordo com Casares, uma negociação com o Santos envolvendo a compra dos direitos econômicos do jogador pode acontecer, caso o Atlético-MG, que tem preferência até o fim do Estadual, não exerça a opção prevista em contrato.
Feliz demais com o retorno do Luan.
Rapaz, esse elenco é bom! pic.twitter.com/hmLts4H38K— Falcão o Tricolor (@HallysonFalcao) March 17, 2022
“Temos grande relação com o (Andrés)Rueda (presidente do Santos). Nunca falamos de possibilidade de jogador A, B ou C. Nunca se falou em nome. Esses nomes que vi do Santos nunca passaram em nossa pauta de avaliação. No São Paulo, nosso sistema é profissional. O quadro que tem hoje, nesse interesse no Tchê Tchê, um grande jogador, é que o Atlético-MG tem hoje os direitos do jogador e pode exercer a compra se quiser. Se não quiser e o Santos quiser, pode acontecer“, completou Casares.





