Recém-chegado ao Santos, o meia Arthur já caiu nas graças da torcida e vem fazendo ótimas partidas. No entanto, apesar das boas atuações, o volante ainda é considerado reserva do time.
Arthur tem recebido elogios
Cuca nunca escondeu sua admiração por Arthur, pelo contrário. O novo camisa 6 do Peixe é inteligente, técnico e possui um talento único. Mesmo assim, ainda não conseguiu se firmar como titular da equipe.
Na visão do autor desta coluna no Direto da Redação, do Bolavip Brasil, o técnico do Santos está mais do que certo em manter Arthur no banco – e existem vários motivos para isso.
Para começo de conversa, o ex-Grêmio vinha de um longo período sem jogar desde que deixou a Juventus, da Itália.
Além do mais, o meio-campista de 30 anos tem se mostrado uma alternativa interessante para o segundo tempo, ajudando a controlar a posse de bola em momentos importantes.
Por fim, Gustavinho Henrique e Christian Oliva atravessam ótima fase e não podem ser sacados de forma alguma. Com Willian Arão na zaga, a dupla cresceu de produção e se tornou um dos pilares do Santos.
Cuca encontrou soluções para o meio-campo
Ainda sem Neymar, lesionado, o Peixe se recuperou no Brasileirão e subiu para o 10° lugar, com 35 pontos conquistados.
Sejamos sinceros, o mérito é quase todo de Cuca. No meio-campo, o treinador fez mudanças significativas e montou um quarteto com Oliva, Gustavinho, Gabriel Bontempo e Rollheiser.
Nesta quarta-feira (16), contra o Atlético-MG, a tendência é que o comandante mexa na escalação do primeiro jogo. Na Vila Belmiro, o Santos dominou o adversário e levou a melhor por 2 a 0.
Agora, para o Alvinegro chegar nas semifinais da Sul-Americana, basta um simples empate na Arena MRV.
Lembrando que o rival mineiro está com “sangue nos olhos” e vai para cima a fim de reverter o placar da ida. O Peixe, por sua vez, pode até perder por um gol de diferença que se classifica.
Um provável Santos tem: Gabriel Brazão; Rodinei, Willian Arão, Luan Peres e Escobar; João Schmidt, Gustavo Henrique e Benjamín Rollheiser; Gabriel Bontempo, Rony e Gabigol.





