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Odair é só mais um: Demissões são rotina e média de trocas de técnico na gestão Rueda assustam

Troca de Odair por Paulo Turra é só mais uma entre tantas na gestão Andrés Rueda

Foto: Ivan Storti/Santos FC/Divulgação
Foto: Ivan Storti/Santos FC/Divulgação

De Carille a Diniz. De brasileiros a estrangeiros. Sete treinadores, dos mais distintos perfis, em apenas dois anos e meio. Esse é o cenário do Santos na gestão do atual presidente, Andrés Rueda. À frente do Clube desde janeiro de 2021, o mandatário vem naufragando no comando do futebol do Peixe, flertando com o rebaixamento no Paulistão e trilhando o caminho para o inédito descenso no Brasileirão.

Demitido na última quinta-feira (22), Odair Hellmann é só mais um entre tantos personagens que conheceu a máquina de ‘fritar’ técnicos na Vila Belmiro nesta trajetória. E foi o mais longevo no período. Em pouco mais de sete meses, ele comandou o Alvinegro Praiano em 34 jogos, somando 11 vitórias, 12 empates e 11 derrotas. Aproveitamento de 44,1%.

Antes dele, a torcida santistas viu os mais diferentes perfis de trabalho passaram. Lisca, Fabián Bustos, Fábio Carille, Fernando Diniz, Ariel Holan e Cuca já dirigiram a equipe santista desde a chegada de Rueda. A média de trocas no comando técnico assusta: como destacou o GE nesta sexta-feira, o Peixe demite em média um treinador a cada 23 jogos nas últimas três temporadas.

Diniz e Bustos foram os que chegaram mais perto de Odair. O brasileiro, hoje no Fluminense, comandou o Santos em 31 jogos. Um a mais que o argentino. Carille durou 27 partidas. Pior para Ariel Holan e Lisca, que se mantiveram respectivamente por 12 e oito jogos. Fugir da zona de rebaixamento e permanecer no cargo são, portanto, os grandes desafios que Paulo Turra tem pela frente a partir de agora.

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