Promessa do Santos, o lateral Rafael Gonzaga conversou com a reportagem do Bolavip Brasil e fez elogios a Emerson Palmieri, que por muito pouco não reforçou o Peixe na última janela.
Santos quase fechou com Emerson Palmieri
O defensor deu sinal verde para retornar ao clube, mas o Olympique de Marseille vetou a saída antecipada do ítalo-brasileiro.
Hoje, o titular do técnico Cuca no setor é Escobar, que também foi citado por Rafael. Segundo o Menino da Vila, a disputa por espaço na lateral esquerda é e sempre foi saudável.
Lembrando que o Alvinegro chegou a demonstrar interesse em Rubens, jogador do Dínamo Moscou. O clube russo, no entanto, pediu 9 milhões de euros (R$ 53,6 milhões, na cotação atual) para vendê-lo.
Sem avanço nas negociações por Palmieri e Rubens, o Santos vai apostar justamente em Rafael para a sequência da temporada, com o garoto de 18 anos sendo o reserva imediato de Escobar.
O primeiro trecho da conversa com Rafael Gonzaga foi publicado no último domingo (13).
Confira a segunda parte da entrevista:
Bolavip Brasil: Você chegou a treinar e jogar com o profissional, depois retornou ao Sub-20 e voltou a ganhar oportunidades. Como foi viver esse processo e o que você sentiu que precisava evoluir nesse período?
Rafael Gonzaga: Sempre tem que evoluir, e voltar ao Sub-20 é um processo muito normal e que me ajudou muito. Claramente, fiz grandes jogos, chegamos às semifinais do Brasileiro e, consequentemente, voltei à Seleção. Acredito que o professor viu que eu estava mais maduro e mais preparado e voltei ao profissional.
Bolavip Brasil: Você costuma estudar laterais de outros clubes? Tem algum jogador da posição que você gosta particularmente de observar?
Rafael Gonzaga: Sim. Tem três laterais que gosto muito de ver lances e jogos: Emerson Palmieri, Nuno Mendes e Cucurella. São características diferentes, mas são grandes laterais que vêm fazendo grandes temporadas. E tem um outro que tenho a honra de conviver, que é o Léo, que jogou no Santos e é ídolo, com certeza.
Bolavip Brasil: Hoje você vive uma disputa por espaço com o Escobar, que é um jogador mais experiente. Como você enxerga essa concorrência e o que procura aprender observando ele no dia a dia?
Rafael Gonzaga: Uma disputa muito saudável e leal. Claro que cada um quer seu espaço, quer jogar mais, mas não vejo rivalidade alguma. É um cara que conversa muito comigo e me ajuda no dia a dia.





