O Palmeiras está se preparando para decidir a vaga para final da Libertadores da América diante do Boca Juniors, marcado para a próxima quinta-feira (5), às 21h30, no Allianz Parque. No confronto de ida, a partida terminou em um empate sem gols, ou seja, nenhuma das equipes tem vantagem e sendo necessário a partida será decidida nos pênaltis. Abel Ferreira optou em poupar os titulares na derrota para o Red Bull Bragantino, por 2 a 1, pelo Brasileirão, para evitar desgastes e lesões.
Entretanto, outra coisa vem chamando a atenção nos bastidores Alviverdes. Isso porque, a presidente Leila Pereira manteve a retaliação e deixou os conselheiros da oposição sem ingresso para o confronto da Libertadores. De acordo com informações do portal UOL, os mesmos conselheiros que ficaram sem ingresso no confronto diante do Goiás, também ficarão de fora da semifinal da Libertadores.
Mas, enquanto parte fica sem acesso ao ingresso, o resto do Conselho, que faz parte da situação, grupo aliado a Leila Pereira, está com o auxílio mantido. Vale destacar, inclusive, que alguns chegaram a ser convidados para a viagem até Buenos Aires. O portal ainda esclareceu que todo conselheiro do Clube sempre teve direito a, no mínimo, um ingresso para os jogos disputados no Allianz, mas a mandatária revelou que isso é uma opção, não obrigação.
Leila Pereira mantém retaliação e deixa conselheiros da oposição sem ingresso para Palmeiras x Boca Juniors, nesta quinta-feira, no Allianz Parque.
— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) October 3, 2023
Os mesmos conselheiros que ficaram sem ingresso no jogo contra o Goiás estão sem o benefício para a semifinal da Libertadores.… pic.twitter.com/x2cbSrq3aX
Essa atitude pode prejudicar o Palmeiras?
Essa atitude pode prejudicar o Palmeiras?
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Os conselheiros que perderam esse benefício foram os mesmos que assinaram uma manifestação, onde era questionado a relação entre o Clube e o avião que foi adquirido pela presidente. Na carta, eles pediram explicações e destacaram sobre o possível conflito de interesses. Quem não assinou a carta que questionava a compra do avião não teve o benefício cortado por Leila. Os conselheiros destacaram que a atitude da presidente é uma retaliação com objetivo de intimidar quem questiona as ações da presidente.





