O retorno de Martin Braithwaite ao Grêmio trouxe um novo cenário para o setor ofensivo. Após meses afastado por lesão no tendão de Aquiles, o dinamarquês voltou a atuar na derrota por 2 a 1 para o Vasco.

Mesmo com pouco tempo em campo, o atacante conseguiu criar uma boa oportunidade. Já nos minutos finais, ele invadiu a área, finalizou forte, mas parou na defesa de Léo Jardim.
A volta do jogador amplia as opções do técnico Luís Castro, mas também levanta uma dúvida importante: como encaixar Braithwaite em um ataque que vive bom momento.
Disputa com Carlos Vinícius cresce
O principal concorrente é Carlos Vinícius, que vive grande fase no Brasileirão. O atacante marcou novamente e chegou a seis gols, liderando a artilharia da competição. Com esse desempenho, ele se firmou como peça central no sistema ofensivo.
Isso abre duas possibilidades para o treinador: manter o dinamarquês no banco ou adaptá-lo em outra função. A ideia de uma dupla ofensiva também existe, mas ainda não é consenso. A decisão dependerá do modelo de jogo adotado nas próximas partidas.
Dá para os dois jogarem juntos?
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Braithwaite evita polêmica sobre posição
Após o jogo, o próprio Braithwaite preferiu não entrar em debate sobre a formação do ataque. O jogador destacou que a escolha cabe exclusivamente ao treinador.

Carlos Vinícius vive grande momento no Grêmio – Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
“Não sou o treinador. Essa decisão cabe ao Luís. Posso ajudar dentro de campo, mas quem define isso é ele”, afirmou o atacante. Apesar da derrota, o retorno físico foi visto como positivo. Agora, o desafio do Grêmio será transformar as opções ofensivas em resultados dentro de campo.

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