O Flamengo deixou o campo bastante incomodado com a atuação da arbitragem no empate recente. A principal reclamação foi sobre um lance envolvendo Gabriel Paulista, ainda no primeiro tempo da partida.

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Na visão do clube, o defensor deveria ter sido expulso após uma cotovelada. O entendimento interno é de que o lance teve gravidade suficiente para revisão no VAR, o que não aconteceu durante o jogo.
A situação gerou revolta nos bastidores, especialmente pela comparação com episódios recentes. O Flamengo questiona a falta de critério adotada pela arbitragem em lances semelhantes.
Comparação com a Supercopa aumenta revolta
Um dos pontos levantados pelo clube foi a diferença de tratamento em relação à Supercopa do Brasil. Na ocasião, um lance parecido foi revisado até mesmo no intervalo da partida.
Diante disso, o Flamengo não entendeu por que o protocolo não foi seguido da mesma forma. A avaliação é de incoerência na aplicação das regras por parte da arbitragem.
Era para expulsão?
Era para expulsão?
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Outro ponto citado foi a ausência de comunicação clara sobre a análise do lance. Mesmo com a divulgação de áudios do VAR, o clube acredita que faltou transparência na decisão.

Evertton Araújo foi expulso no jogo contra o Corinthians. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images
Clube questiona critério de força e expulsões
Além do lance envolvendo Gabriel Paulista, o Flamengo também avaliou outros critérios adotados pela arbitragem. A interpretação sobre o uso da força foi um dos temas discutidos internamente.
Para o clube, houve incoerência entre decisões tomadas ao longo da partida. Lances semelhantes tiveram julgamentos diferentes, o que aumentou a insatisfação da equipe carioca.
Apesar do empate em 1 a 1, o foco pós-jogo acabou sendo a arbitragem. O Flamengo entende que episódios como esse precisam de maior uniformidade para evitar novas polêmicas.









